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Novo Recurso Google Street Leva Você Para o Espaço

Recurso permite visitar a Estação Espacial Internacional e ver a Terra de cima.

Está cansado de viver nesse planeta? Que tal dar uma passeada pelo espaço? Agora é possível acessar a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) graças aos esforços do astronauta Thomas Pesquet, das agências espaciais Nasa e ESA e do Google. A ISS está disponível no Google Street View. Pesquet viveu seis meses em um ambiente de gravidade zero e capturou imagens da Terra vista lá de cima e também da estação em si. Confira!




Com isso, as imagens coletadas por Pesquet foram enviadas à Terra e, depois, combinadas para criar imagens panorâmicas de 360 graus da ISS. Você pode conferir os bastidores do processo, que foi bem mais complicado do que podemos imaginar, no vídeo produzido pelo Google.
Fonte: noticias.r7.com

Umectação Capilar - Benefícios Para os Cabelos

Você já fez uma hidratação capilar e não notou diferença nenhuma? Quando o cabelo está muito ressecado, recorrer apenas à hidratação pode não resolver o problema. 

Para combater o ressecamento, porosidade e ajudar no fortalecimento dos fios, o indicado é fazer uma umectação capilar.

O que é a umectação capilar?

A umectação capilar é um tratamento onde se aplica óleo em todo o cabelo, para nutrir os fios e impedir o aparecimento de frizz e pontas duplas. A umectação, como o nome sugere, mantém o cabelo umedecido com o auxilio dos óleos vegetais, recondicionadores bifásicos ou máscaras que contêm óleos. O objetivo é fazer com que o fio retenha água por mais tempo, permanecendo hidratado, brilhante, macio e nutrido. A longo prazo, as principais vantagens do tratamento são cabelos muito mais saudáveis, com pH equilibrado e protegidos da oxidação de radicais livres.

Para quem é indicada a umectação capilar?

Apesar de ser mais comum entre cacheadas e crespas, o cuidado também pode trazer muitos benefícios para as donas de fios lisos que sofrem com o ressecamento (desde que a umectação seja retirada da maneira correta para impedir o aspecto oleoso).

Qual o melhor tipo de óleo?

Não existe o melhor, e sim aquele que se adequa melhor às características do seu cabelo. O óleo usado para umectação deve ser 100% vegetal, extravirgem e puro, sem aditivos químicos.

Os óleos mais usados para umectação são:óleo de coco, abacate, argan, rícino,amêndoa, semente de uva e óleo de oliva.

Benefícios da Umectação Para os Cabelos

Umectar os fios com óleos vegetais ajuda o cabelo a repor nutrientes, combatendo o ressecamento, o frizz e a aspereza. Além de dar um brilho lindo ao cabelo, ele fica mais macio e definido. Outra vantagem é prevenir a quebra dos fios.

Posso fazer a umectação com os cabelo sujo?

A maioria dos óleos vegetais não penetram nos fios, portanto a cutícula não precisa estar aberta para receber a umectação, como na hidratação. Os óleos selam os fios e mantêm a hidratação. Sendo assim, o cabelo pode sim estar sujo!

Como fazer a umectação nos cabelos?

Na hora de aplicação, a dica é dividir o cabelo em seções para facilitar que o óleo penetre em todas as mechas e, depois, aplicá-lo da raiz às pontas enluvando cada uma delas com cuidado. Depois disso, é só deixar o produto agir por no mínimo 2 horas antes de retirá-lo na lavagem final.

Passo a passo:
  1. Você pode passar o óleo com o cabelo sujo, ou se preferir lave o cabelo com o shampoo de sua preferência. Se lavar, retire o excesso de água com uma toalha, deixando o cabelo apenas úmido.
  2. Aplique o óleo vegetal de sua preferência, da raiz até as pontas. A quantidade é mínima, não precisa encharcar o cabelo. O fio vai absorver apenas o necessário, se passar em excesso, vai ficar oleoso demais.
  3. Deixe agir de 1 a 2 horas.
  4. Lave os cabelos com shampoo. Essa lavagem deve ser bem especial: o shampoo deve ser usado pelo menos 2 vezes para retirar bem o óleo dos cabelos.
  5. Use o condicionador para fechar as cutículas.
  6. Enxágue bem. Use um leave-in e deixe secar naturalmente.

Quantas vezes posso fazer a umectação?

Para manter o seu cabelo saudável, o ideal é que esse processo seja feito a cada 10 dias. Mas se o seu cabelo é cacheado ou afro, 1 vez por semana é a frequência ideal já que esse tipo de fio resseca mais rápido. Lembrando que apenas uma aplicação pode não fazer muita diferença, portanto, faça mais vezes. E você, costuma fazer umectação? Gosta do resultado?
Fonte: belezaesaude.com

4 Animais Que Matam Seus Parceiros Após o Acasalamento

O assassinato de parceiros após o acasalamento e o canibalismo sexual é bastante comum em espécies de insetos, aranhas e escorpiões e, na maioria das vezes, a fêmea é quem mata e come o macho, uma vez que é maior e mais corpulenta do que ele.

As razões pelas quais o comportamento é adotado ainda não são completamente compreendidas pela ciência, mas uma das hipóteses é que as fêmeas, por desconsiderarem o macho como parceiro depois do acasalamento, os encaram como fonte extra de alimentos para seus ovos fecundados.

Animais que matam os parceiros após o acasalamento

1 - Viúva negra: 

A espécie de aranha provavelmente é a mais conhecida entre os animais que praticam o canibalismo sexual, inclusive por seu sugestivo nome. Durante o acasalamento, o membro sexual do macho se rompe pela rápida movimentação da fêmea, fazendo com que ele morra de hemorragia. A viúva negra então come o parceiro para repor as energias gastas na cópula.

2 - Abelha: 

O zangão, macho da espécie, morre depois de fecundar a abelha rainha porque seu pênis simplesmente explode durante a cópula.

3 - Xarrocos: 

A espécie de peixe, também conhecida como anglerfish, é outro tipo de animal que morre após o acasalamento. A fêmea atrai o macho e oferece sua barriga para uma mordida, fazendo com que ele, então, se transforme em um parasita que vive do sangue da parceira e como um fornecedor exclusivo de espermatozoides. Após a fecundação, o macho é eliminado pela fêmea e morre.

4 - Louva-a-Deus: 

Comum em ambiente tropical e subtropical, o inseto é outro conhecido animal que comete o canibalismo sexual. Durante o acasalamento, a fêmea devora a cabeça do macho, levando-o à morte. Uma das hipóteses do comportamento é que o ato contribuiria para um aumento na liberação de espermatozoides, favorecendo a fecundação.
Fonte: vix.com

Depressão Gestacional - O Que Fazer?

O surgimento de um quadro depressivo durante a gravidez coloca a mulher diante de uma situação nova e de intenso sofrimento em uma fase marcante da vida.  
 
O fascinante tema, de crescente interesse científico, demanda expertise tanto por parte dos psiquiatras como dos médicos clínicos em geral.
 
No mundo, mais de 70% das mulheres apresenta alguma queixa ansiosa ou depressiva na gravidez. Estudos de prevalência mostram que mulheres em idade fértil têm em média uma probabilidade pelo menos duas vezes maior que os homens de apresentarem um episódio de depressão maior, sugerindo, ao contrário do que muitos pensam, que a gravidez não protege a mulher deste risco.

A prevalência de depressão maior na gravidez varia de 10 a 16% sendo que 25% das depressões pós-parto têm início na própria gestação. Apesar da alta frequência de queixas depressivas na gravidez, a percepção e o manejo dos sintomas psiquiátricos na gestação estão longe de receber a devida atenção dos ginecologistas e obstetras, tornando a questão preocupante na medida em que pode haver consequências negativas para a mãe e seu bebê. A presença de variações hormonais e de estressores socioambientais na gestação pode implicar em maiores riscos de ocorrência de transtornos mentais.

A remoção da placenta no parto acarreta queda abrupta das taxas hormonais e consequente aumento das alterações de humor e de quadros psicóticos na mãe. No bebê, o estresse pré-natal se associa à agressividade, hiperatividade, ansiedade, desatenção e prejuízo cognitivo durante o período do desenvolvimento neuropsicomotor.

Como reconhecer o problema

A depressão gestacional pode cursar com queixas somáticas como insônia, falta ou ausência de apetite, enjoo e fadiga, que por serem comuns à gestação não devem ser vistas como sintomas depressivos. O comportamento introspectivo e a diminuição da libido também são comuns às duas situações. As queixas afetivas e cognitivas são as mais características da depressão gestacional e incluem humor deprimido, anedonia (ausência da sensação de prazer), choro fácil, ansiedade, medo, sentimentos de culpa, desesperança, irritabilidade e desinteresse pela gravidez.

A ideação suicida é relatada apesar do risco de suicídio nesta população ser baixo e até considerado um fator protetor por alguns autores. Outras situações que contribuem para a presença de depressão maior na gravidez são falta de planejamento, não aceitação, ambivalência, perda ou separação de um ente querido, fracasso escolar, desemprego, má condição de trabalho, dívidas, conflito conjugal, ausência do companheiro e falta de apoio familiar ou do cônjuge. Igualmente, história familiar de depressão, gravidez de risco, idade materna precoce (adolescência), grande número de filhos, distúrbio disfórico pré-menstrual (uma TPM mais intensa) e história prévia de abortos também se associam a maiores índices de depressão gestacional.

Mulheres com depressão prévia têm mais recaídas, as taxas podendo chegar a 80%, a maioria já no 1º trimestre da gravidez. É importante haver uma relação estreita e de confiança entre a gestante e seu médico ao longo da gravidez.

Tratando a depressão na gravidez

O tratamento adequado da depressão gestacional é fundamental para a boa saúde da mãe e seu bebê e compreende terapias somáticas e não somáticas. Nos casos leves recomenda-se a psicoterapia e o apoio psicossocial, já os casos moderados a graves têm demanda de tratamento farmacológico. Quando ocorrer uma depressão refratária a essas abordagens, com risco de suicídio ou psicose, a eletroconvulsoterapia é a intervenção mais indicada e mais eficaz.

A prescrição de medicamentos em grávidas exige a consideração de alguns pontos, como os potenciais danos da droga à gestante e ao feto, e por outro lado, os prejuízos da não medicação. Algumas possíveis consequências do uso de medicação podem ser aborto, morte neonatal, retardo do desenvolvimento fetal, parto prematuro, intoxicação ou abstinência ao uso da droga pelo recém-nascido e malformação fetal.

O maior medo relatado pelas mães é o risco de malformação fetal que vai do 12º dia (instalação da circulação feto placentária) à 12ª semana (término da formação dos órgãos). A prevalência desse problema é de 2 a 4% e em 70% dos casos a causa é desconhecida. Ou seja, em qualquer das opções (usar ou não o antidepressivo) é impossível garantir se o bebê vai nascer sem qualquer anomalia. A gestante em uso de medicação psicotrópica deverá permanecer em uso dela na gestação. A retirada do antidepressivo logo antes do pós-parto pode trazer risco significativo de recaída logo após o parto.

Fonte: minhavida.com.br

Médicos Que Fazem a Diferença - O Dom de Salvar Vidas

Vontade de ajudar ao próximo e vocação para a profissão são apenas algumas das características desses profissionais que vivem em função de salvar vidas.
Trabalhar 24 horas por dia, encontrar forças mesmo na adversidade e não se deixar envolver emocionalmente com o estado de um paciente. Essas são apenas algumas das características que tornam os médicos profissionais que carregam uma espécie de dom e têm uma missão: salvar vidas, não importando de quem estamos falando ou quais esforços precisem ser empreendidos.
Sabemos que muitas vezes as condições são bastante adversas. Apesar das melhorias que a saúde em geral tem recebido ao longo dos últimos anos, especialmente por conta da tecnologia e da telemedicina - que se utiliza de metodologias como a telerradiologia - ainda assim as condições de saúde em muitas regiões brasileiras estão muito longe de serem as ideais.
Em alguns hospitais faltam médicos. Onde há médicos, as condições são precárias e faltam leitos, faltam medicamentos e muitas vezes os salários não estão em dia. Porém, o que não falta na maioria das vezes é força de vontade, fé, garra e determinação para superar as adversidades e terminar o dia com mais uma vida salva no currículo.
Acreditando no impossível
Mostrar a abnegação de alguns médicos e o seu empenho em busca das melhores soluções possíveis para salvar uma vida é o tema da mais nova série exibida pelo Fantástico, da Rede Globo. O quadro “Tudo Pela Vida: Quando o Remédio é Tentar o Impossível” é apresentado pelo médico Dráuzio Varella, ele também um dos nomes mais importantes da medicina brasileira.Vontade de ajudar ao próximo e vocação para a profissão são apenas algumas das características desses profissionais que vivem em função de salvar vidas
Por trás dos problemas habituais de um pronto-socorro lotado e de condições de atendimento abaixo do mínimo necessário, muitas vezes existem profissionais driblando todos esses inconvenientes, de forma a garantir o melhor atendimento possível para o paciente. Esse trabalho muitas vezes não é reconhecido e esses heróis permanecem anônimos na sociedade.
Quando tudo parece falhar
Apesar dos pesares, especialistas da área são praticamente unânimes em afirmar que o sistema de saúde brasileiro não apenas funciona, como também pode ser considerado um dos melhores do mundo. O problema é que nem sempre existem recursos disponíveis para atender a todos aqueles que procuram uma emergência.
As condições precárias, nesse caso, são apenas mais um entrave com o qual os profissionais de saúde precisam lutar. Há situações em que parece não haver esperança para o paciente, mas ainda assim esses médicos não desistem e buscam fazer o melhor possível. Tecnicamente, enquanto houver vida há esperança de que alguma coisa possa ser feita, e a missão desses profissionais consiste em não desistir.
Ideal acima de tudo
Por mais que a profissão de médico ainda seja vista, de certa forma, como uma carreira cercada por glamour, nem sempre é assim que as coisas se desenrolam. O primeiro grande desafio começa antes mesmo da faculdade, na hora de prestar o vestibular. Os cursos de medicina em geral estão entre os mais concorridos nas universidades públicas, de forma que é preciso estudar bastante para conseguir uma vaga.
No caso das universidades particulares, o problema maior é o alto valor da mensalidade, de maneira que o profissional interessado em medicina precisa se trabalhar em dobro para conseguir pagar seus estudos e os livros do curso – que também estão entre os mais caros. Se essas etapas forem vencidas, é hora de se dedicar a pelo menos cinco anos regulares de estudos.
A longa duração do curso não termina por aí. Antes de estar apto a exercer a profissão é preciso fazer residência médica, ou seja, trabalhar por pelo menos um ano antes de estar apto a colocar as mãos no diploma. Só que um médico “apenas” com um diploma em mãos tem menos oportunidades do que um especialista. Ou seja, é hora de escolher uma área e se dedicar mais um ou dois anos até a conclusão da especialização.
Vocação: salvar vidas
Mais do que apenas o conhecimento técnico, os profissionais de medicina devem ter características humanitárias muito marcantes. O que leva alguém a tentar tudo que estiver ao seu alcance para salvar uma vida se não uma boa dose de esperança e um forte desejo de querer fazer o melhor. Para muitos, ser médico é deixar de ser mais um na multidão para se tornar aquele que faz a diferença na vida de alguém.
Mais do que contar com uma infraestrutura completa em um grande hospital, o que se vê na realidade do dia a dia são os “ilustres desconhecidos” fazendo mais do que podem e lutando contra todas as adversidades possíveis para salvar uma vida a mais no final do dia. Individualmente, há muito esforço e dedicação em cada atendimento de emergência, características essas que muitas vezes passam batidas pela sociedade.
Um minuto pode fazer diferença
Por fim, não podemos deixar de mencionar a importância da agilidade desses profissionais. Em casos de atendimento de emergência, por exemplo, um minuto que possa ser ganho em qualquer parte do processo de atendimento é suficiente para fazer toda a diferença na hora de salvar uma vida. Os médicos sabem disso e por isso comemoram a oportunidade que têm de ver a tecnologia ajudando a salvar mais vidas.
Um dos exemplos que podemos citar é o das centrais de telerradiologia, que muitas vezes conseguem emitir laudos a distância em situações emergenciais em menos de uma hora. Em alguns casos, basta esperar 20 minutos até que se tenha o resultado mais preciso possível para proceder um tratamento. São pequenos procedimentos como esse que fazem muita diferença no final do dia.
Para um médico que vê diante de si um paciente agonizando, um minuto pode ser uma eternidade, portanto, nada melhor do que sempre contar com os melhores métodos para que no fim do dia, ele possa comemorar o cumprimento de mais uma missão.
Fonte: DiagRad

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