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Os 10 maiores truques revelados na íntegra

Um dos maiores ilusionistas do mundo decide mostrar para o público como são os truques das 10 mais espetaculares mágicas até agora não reveladas.

Via: YouTube

10 partes do corpo que não precisamos para viver

Sabemos que o corpo é uma máquina (quase) perfeita e que cada órgão, tecido e célula funciona em perfeita harmonia para que estejamos aqui vivos e respirando há umas boas décadas. O que não aprendemos nas aulas de biologia, porém, é que muitas – não “algumas”, “muitas” mesmo – partes do nosso corpo são dispensáveis.

Trata-se de um mero resquício de evolução ou simplesmente de um acessório que seu corpo possui, mas de que realmente não necessita para viver. Ou seja, se você está precisando de dinheiro, que tal vender uma costela extra?

10. Terceira pálpebra

Essa pequena dobra no canto interno do olho que você vive coçando é uma sobra da chamada membrana nictitante – uma cobertura translúcida ainda presente em algumas aves, répteis, peixes, anfíbios e mamíferos. A membrana desliza de um lado para outro para proteger o olho, mantendo a visibilidade. Nos humanos, porém, ela já não possui mais essa função original.

9. Amígdalas

Esses tecidos na parte de trás da garganta servem para filtrar bactérias e vírus, mas são muito propensos a infecções. Por isso que não é raro crianças terem que remover as amígdalas. Felizmente, para os adultos, as amígdalas diminuem com a idade e, geralmente, param de causar problemas.

8. Mamilos masculinos

Esses acessórios estranhos e biologicamente inúteis existem nos homens porque todos os fetos começam a ser feitos como fêmeas, até que o cromossomo Y entra em ação e transforma alguns deles em homens. Os mamilos são uma lembrança desse momento único em nossas pré-vidas.

7. Apêndice

O apêndice é o exemplo clássico de órgão dispensável. No entanto, enquanto você certamente pode viver sem ele (seu irmão e seu melhor amigo o fazem), estudos recentes sugerem que o órgão pode não ser tão inútil quanto se pensava. Ele pode funcionar como armazenamento de bactérias benéficas cuja função é repovoar o intestino após uma doença levar embora as bactérias antigas.

6. Cóccix

Na base da nossa coluna vertebral, nós temos de três a cinco vértebras fundidas juntas. É o cóccix, uma peça de museu viva de quando ainda possuíamos rabos. Obviamente, não precisamos mais disso hoje em dia.

5. Dentes do siso

Apenas cerca de 5% de nós têm espaço para os dentes do siso, o que eventualmente obriga os 95% restantes a passar por uma série de temidas e dolorosas cirurgias. Lá na época anterior à pasta de dente, quando ainda perdíamos nossos molares, os dentes do siso eram úteis para ajudar na mastigação. Hoje, nos dão uma boa desculpa para ficar uma semana em casa assistindo TV e tomando sorvete.

4. Costelas a mais

 Enquanto a maioria dos seres humanos tem 12 conjuntos de costelas, 0,5% das pessoas e todos os chimpanzés e gorilas possuem um par extra perto do pescoço. A porcentagem parece pequena, mas se você converter para números absolutos, perceberá que 35 milhões de pessoas contam com mais costelas do que deveriam.

3. Canais deferentes femininos


 As mulheres têm a sua própria resposta para os mamilos masculinos: canais espermáticos situados perto de seus ovários. Nos homens, o ducto deferente é um canal muscular que conduz os espermatozoides a partir do local onde eles são armazenados após serem produzidos nos testículos. A justificativa da presença destes na mulher é semelhante à do mamilos em homens. No entanto, à medida que o feto do sexo feminino desenvolve, esses potenciais tubos murcham e se transformam em canais sem saída.

2. Músculo eretor do pelo

Estes mini músculos uma vez faziam crescer os pelos do corpo de nossos ancestrais para conservar o calor do organismo e para fazê-los parecerem maiores e mais ameaçadores para os inimigos. Hoje, tudo o que fazem é nos dar arrepios.

1. Dedinho do pé

Nossos ancestrais mais parecidos com os macacos atuais do que conosco usavam todos os seus dedos do pé para se agarrar e se balançar nos galhos das árvores. Mas, como sabemos, o homem moderno anda de pé e não mais fica se balançando de lá pra cá na copa das árvores. Nós conseguimos permanecer em pé usando nosso dedão do pé e com uma pequena ajuda de seus três dedos vizinhos. O quinto, lá da ponta, serve apenas para topar na quina dos móveis. 
Via: Mental Floss 

8 coisas que nossos antepassados faziam por diversão

Às vezes as coisas que gostamos de fazer para divertimento pode parecer bem estranha já para alguém da geração seguinte. Só de ver filmes feitos há 20 ou 30 anos já dá pra perceber que o conceito de diversão sofreu uma grande mudança ao longo do tempo.

Se olharmos ainda mais para trás, voltando alguns séculos, e não somente alguns anos, podemos nos deparar com coisas ainda mais bizarras. Maltratar animais ou fingir problemas físicos por exemplo, já foram hábitos que eram moda e contagiavam todo mundo, dos mais pobres aos mais ricos.

Confira nessa lista algumas das coisas mais esquisitas que as pessoas que viveram no passado já fizeram para se divertir.

1 – Visitar exposição de bebês incubados

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Antes das incubadoras de bebês se tornarem populares, o inventor da tecnologia, Dr. Martin Corney, precisava convencer médicos e investidores que a máquina era eficiente. Para isso, organizou exposições que colocavam bebês prematuros nas incubadores. Na exposição, enfermeiras e médicos checavam a saúde dos bebês como num hospital normal.

2 – Pintar os dentes de preto

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Durante o século 16, na Inglaterra, consumir açúcar e doces em geral era um hábito reservado aos ricos, já que o condimento era importado. Dentre os ricos que amavam açúcar, estava a rainha Isabel I, da Inglaterra. O amor por doces era tanto que ela teve uma série de cáries e problemas dentários. Por conta disso, dentes pretos e escuros foram associados a alto status social, e algumas pessoas pintavam seus dentes com carvão ou outros produtos naturais.

3 – Colocar fogo em gatos

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O lazer dos parisienses no século 17 era bem bizarro se comparado com o que a gente acha normal hoje em dia. Se hoje a proteção dos animais move uma série de pessoas, naquela época na França as pessoas colocavam fogo em gatos no meio da rua. Por supostas conexões com o demônio, as pessoas pegavam os animais vivo e colocavam dentro de sacos, antes de atear fogo em tudo para ver o animal morrer. O costume não acontecia só entre populares, mas também nas cortes e eventos com presença de reis.

4 – Mancar

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No século 19, a princesa Alexandra da Dinamarca passou a ser idolatrada pelo povo do Reino Unido depois que se casou com o príncipe de Gales. Naturalmente, ela passou a ser uma referência de estilo e comportamento na região por ser uma figura tão idolatrada. Após contrair uma grave doença, Alexandra passou a mancar, o que inspirou mulheres em Londres e outras cidades britânicas a fazer o mesmo. As moças na rua mancavam de propósito, compravam sapatos de tamanhos diferentes e até mesmo compravam bengalas para poder andar como a admirada princesa.

5 – Assistir a pessoas andando

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Após a Guerra Civil dos Estados Unidos, um dos esportes mais populares era o pedestrianismo. A atividade consistia em colocar pessoas disputando uma corrida sem correr, mas apenas andando como pedestres normais. Em algumas cidades, arenas dedicadas ao esporte foram construídas e pessoas ficaram ricas com apostas em participantes. Assim como nos esportes modernos, havia rivalidades, patrocínios e até mesmo celebridades adoravam acompanhar a atividade. O esporte passou a perder atenção quando as corridas de bicicleta se tornaram mais atrativas.

6 – Tirar fotos sem cabeça

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No século 19, ainda não haviam inventado os computadores e muito menos o Photoshop. Ainda assim, nossos antepassados davam um jeitinho de se divertir com montagens. O fotógrafo Oscar Rejlander desenvolveu uma técnica de combinar negativos e produzir fotos em que as pessoas apareciam sem cabeça. Frequentemente elas eram colocadas em outros lugares, como nos braços da própria pessoa decapitada um numa arma.

7 – Colecionar lágrimas

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Esse hábito não era feito realmente para diversão, mas sim para valorizar ou homenagear mortos. De qualquer forma, é bizarro pensar que as pessoas colecionavam as lágrimas em garrafas durante o luto. Em alguns casos, pessoas eram pagas para chorar em garrafas para fazer parecer que o morto era ainda mais importava, já que as pessoas associavam o número de garrafas e o volume de lágrimas com a importância do cadáver. Não se sabe exatamente como o hábito surgiu, mas na Bíblia já há relatos de que os romanos faziam isso.

8 – Cultivar fazendas de formigas

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Esse é o hábito mais recente da nossa lista, e começou nos anos 50. Fascinado pelos pequenos animais, Milton Levine decidiu colocar vários deles em recipientes transparentes que serviriam para observação do público. Ele passou a produzir as fazendas em série e anunciou o produto nos jornais. O sucesso foi absoluto e a moda tomou conta dos Estados Unidos. Milton morreu em 2011 e, durante a vida, vendeu mais de 20 milhões de fazendas de formiga.

Dá pra acreditar? Por mais que alguns itens pareçam realmente mentira, é tudo verdade e fazia as pessoas de tempos passados bem felizes. Já imaginou algum desses hábitos reproduzidos nos dias de hoje?
Via: Listverse

7 fotos que irão perturbar sua mente

Essas imagens certamente perturbarão seu cérebro, e farão você pensar como tem gente louca nesse mundo!

 
 
 
 
 
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