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Gordura no Fígado: Conheça a Nova Dieta Capaz de Eliminar o Problema

O que deveria estar comendo se você tem um fígado gordo?

Doença hepática gordurosa não-alcoólica (DHGNA) é agora a mais comum causa de doença hepática crônica no mundo e terá um grande impacto sobre os requisitos de cuidados de saúde de muitos países no futuro. DHGNA pode progredir para cirrose, câncer no fígado e falha do fígado.

O fígado possui notáveis Propriedades de reparação e renovação, e é possível reverter completamente DHGNA se é detectado cedo o suficiente.

Estamos vendo DHGNA em uma população muito jovem e não é incomum em crianças com excesso de peso.

Isto é preocupante, porque quanto mais cedo na vida que você desenvolver uma gordura no figado sintomas, você é mais provável de desenvolver complicações.

Uma maneira muito específica de comer, que é projetada para:

- Reduzir a gordura no fígado
- Minimizar os danos ao fígado
- Melhorar a função da insulina
- Facilitar a perda de peso

Isto não é uma dieta de baixa caloria de baixo teor de gordura no sangue e ao contrário daquelas dietas à moda antiga, não vai deixar você com fome e cansado.
Ela também não é uma dieta de alta proteína, mas prefiro fornecer proteína de primeira classe regularmente durante todo o dia, juntamente com muitos vegetais e algumas gorduras boas. Aproveite esta forma de comer, e seu fígado vai definitivamente agradecer!

É ideal para incluir em suas refeições:

- Alimentos vegetais crus, especialmente vegetais crus. Um máximo de 2 peças de fruta diariamente são permitidos enquanto você está tentando perder peso.

- A maioria das frutas são bastante ricos em açúcar. Vegetais contêm muito pouco açúcar, portanto,você pode comer quantidades ilimitadas.

- Cozido de legumes de variedades diferentes, incluindo alguns legumes ricos em amido (exceto batatas); Isto irá compensar o fato de que você não vai estar comendo pão, biscoitos e sobremesas açucaradas.

- Proteína de primeira classe de um ou mais das opções a seguir – Qualquer marisco, enlatadas ou frescas (não fumado ou frito)

- Aves de capoeira
- Carnes vermelhas e magras frescas
- Ovos – escala orgânica ou livre
- Leguminosas (feijão, grão de bico ou lentilhas) & sementes
- Proteína em pó – certifique-se que não contém açúcar; Idealmente, use pó de proteína de emagrecimento - Synd-X, que é adoçado com stevia a erva. Você pode usar este pó para fazer deliciosos smoothies.

Dica extra:

Satisfaça a sua fome. Você pode comer o suficiente para satisfazer a sua fome natural em cada refeição e lanche.

Aqueles que trabalham em ocupações que exigem grande esforço físico ou aqueles que fazem um monte de esporte precisaram comer quantidades maiores.

Ouçam seu corpo e siga os seus instintos naturais quando se trata da quantidade de alimento que você precisa comer para se sentir satisfeito e feliz.

Não é quanto você come que conta, é o que você está comendo que é tão importante para seus níveis de fígado e insulina.

Lanches rápidos, simples e saudáveis — Entre as refeições podem-se incluir lanches – Conservas de frutos do mar (sardinha, salmão, cavala, carne de caranguejo ou atum) – uma pequena lata misturada com o suco de um limão fresco ou 1 colher de sopa de iogurte  natural e fresco picado de ½ ervas.

Um batido de proteína feita com leite de coco ou leite de amêndoa e 3 colheres de sopa de bagas frescas ou congeladas.

Sementes de qualquer variedade, por si só, ou com 1 peça de fruta fresca. Nozes frescas são melhores e você pode adicionar sal a elas, se desejado. Use um punhado de nozes no máximo.

Vegetais crus – bons exemplos são palitos de aipo, pepino, abobrinha ou cenoura ou brócolis mergulhados no tahine, hummus ou purê de abacate fresco.

Fruta crua – uma ou duas peças de fruta por si só – ou com 10 tomates crus ou iogurte.

Abacate Dip ou molho de feijão com palitos de legumes crus ou cozido no vapor, vegetais como brócolis, couve-flor.

Um suco vegetal cru – um copo cheio.

Lembre-se de afastar ou minimizar seguintes alimentos – Açúcar e doces; alguns chocolates baratos contêm óleos vegetais hidrogenados, que são mais insalubres.

Se você desejar um pouco de chocolate os tipos melhores são chocolate escuro, com um mínimo de 70% cacau sólidos.

Alimentos que contenham farinha

“Alimentos da dieta” que prometem ser emagrecimento – eles geralmente são pobres em sintomas de gordura  e ricos em açúcar ou adoçantes artificiais, por exemplo.

Iogurtes de dieta, dieta compotas, dieta gelados, refrigerantes diet, etc.; Estes alimentos diet não são emagrecimento. Eles são muito engordos.

Lanchinhos – como batatas fritas, batatas fritas de pacote, biscoitos, bolachas, Pizza etc.

Biscoitos – variedades de doces e salgados, pois eles contêm farinha, óleos vegetais hidrogenados e se doce é rica em açúcar.

Bolos, muffins, bagels, pão branco e donuts.

Tratamento caseiro para fígado gordo

Um maravilhoso tratamento caseiro para gordura no fígado o chá de alcachofra porque esta planta medicinal ajuda a digerir as gorduras e a reduzir os níveis de colesterol no sangue.

Para o chá  basta adicionar 15 g de folhas secas de alcachofra em 500 ml de água fervente, deixar amornar durante 10 minutos, coar e beber até 3 xícaras do chá por dia 15 a 20 minutos antes das refeições. Assista o vídeo:


Fonte: Dicas de Saúde

Epilepsia e Crise Convulsiva: Saiba o Que É e Por Que Ocorre!

Saiba o que é epilepsia, por que ela ocorre, quais as suas manifestações e entenda a diferença entre convulsão (crise convulsiva) e epilepsia.

Nosso cérebro contém bilhões de neurônios que se comunicam e exercem suas funções através da geração constante de impulsos elétricos. A crise convulsiva, ou crise epilética, surge quando ocorre um distúrbio na geração destes impulsos elétricos cerebrais, normalmente causada por uma temporária atividade elétrica que é desorganizada, excessiva e repetida.

Se este distúrbio elétrico ficar restrito a apenas um grupo de neurônios, o paciente apresentará uma crise convulsiva parcial (crise epilética parcial). Se estes impulsos anômalos se espalharem, atingindo os dois hemisférios cerebrais, teremos, então, uma crise convulsiva generalizada.

Crise convulsiva x epilepsia

Damos o nome de epilepsia quando o paciente apresenta mais de 1 episódio de crises convulsivas parciais ou generalizadas, sem que se identifique uma causa óbvia e reversível como drogas, febre ou alterações metabólicas. Por exemplo, uma pessoa que consumiu bebidas alcoólicas em excesso e apresenta uma quadro de crise convulsiva, não é considerado epilética. Do mesmo modo um diabético em uso de insulina que apresenta um quadro de hipoglicemia grave e, por isso, desenvolve uma quadro de crises epiléticas, também não o é. Epilético é aquele paciente que apresenta alguma alteração cerebral que o predispõe a desenvolver periodicamente crises convulsivas, sem que haja alguma agressão ao cérebro para desencadeá-la.

Portanto, nem toda crise convulsiva é causada por uma quadro de epilepsia. Podemos citar algumas doenças e alterações que podem provocar crise convulsiva sem que se caracterizem como um quadro de epilepsia:

– Meningite
– Febre
– Drogas.
– Hipoglicemia
– Anóxia (falta de oxigênio).
– Traumas.
– Desidratação grave.
– Insuficiência renal avançada
– Alterações hidreletrolíticas (alterações nos níveis dos sais minerais no sangue, como o sódio, por exemplo).

Só é considerado portador de epilepsia, o paciente que já apresentou mais de um episódio de crise convulsiva sem causa aparente.

Tipos de crise convulsiva

Quando falamos em crise convulsiva, convulsão ou ataque epilético, logo vem à nossa cabeça aquela assustadora imagem de um paciente se debatendo todo, babando, com os olhos revirados e com movimentos anárquicos dos membros. Na verdade, isto representa uma crise convulsiva generalizada, chamada de crise convulsiva tônico-clônica. É apenas um dos vários tipos de crise convulsiva existentes.

As crise convulsivas (crises epiléticas) são divididas em dois grupos: crise convulsiva parcial e crise convulsiva generalizada.

a) Crise convulsiva parcial

A crise epilética parcial é aquela que ocorre quando os impulsos elétricos anômalos ficam restritos a apenas uma região do cérebro.

É chamada de crise epilética parcial simples, aquela que ocorre sem alteração do nível de consciência do paciente. Os sintomas podem ser sutis e dependem da área cerebral afetada. Alguns sintomas que podem ocorrer na crise epilética parcial simples são:

– Movimentos involuntários de parte do corpo.
– Alterações sensoriais como do paladar, audição, visão ou olfato.
– Alucinações.
– Alterações na fala.
– Vertigens.
– Sensação de estar fora do corpo.


Muitas vezes os sintomas destas crises parciais simples são tão sutis que o diagnóstico é difícil de ser pensado, até mesmo para o paciente. Às vezes são confundidos com doenças psiquiátricas.

Nas crises epiléticas parciais complexas, o quadro clínico é mais rico. Ao contrário das crises parciais simples onde o paciente tem plena noção do que está acontecendo, nas crises complexas, o paciente não tem a menor consciência do que está fazendo. Em geral, uma crise parcial complexa é precedida por uma crise parcial simples, recebendo esta o nome de aura. É uma espécie de aviso que a convulsão está chegando.

Na crise convulsiva parcial complexa o paciente normalmente apresenta comportamentos e movimentos repetidos tipo beijos, mastigações, andar em circulo, olhar fixo, ficar puxando a roupa, virar a cabeça para um lado e para o outro, esfregar as mãos etc… Tudo de modo inconsciente. Às vezes, o paciente é capaz de obedecer ordens e consegue falar, porém, apresenta um discurso incoerente.

A crise convulsiva parcial complexa costuma durar em média 1 minuto. Quando a crise termina, o paciente retoma a consciência mas costuma estar muito confuso, sem saber o que aconteceu. Geralmente, a última coisa que ele lembra é da crise parcial simples (aura) que antecedeu a crise complexa.

As crises parciais podem anteceder uma crise epilética generalizada. Na verdade, o paciente pode começar com uma crise parcial simples, evoluir para uma crise parcial complexa e terminar com uma crise generalizada.

b) Crise convulsiva generalizada

Na crise convulsiva generalizada, os dois hemisférios do cérebro são afetados. Uma das manifestações possíveis da crise epilética generalizada é a crise de ausência, também chamado de pequeno mal. Na crise de ausência o paciente perde contato com o mundo externo e fica parado com o olhar fixo. É possível haver alguns automatismos como picar de olhos repetidamente, como ocorre na crise parcial complexa. A diferença é que a crise de ausência é mais curta, dura cerca de 20 segundos, pode ocorrer dezenas de vezes ao longo do dia e o paciente não apresenta aura, nem está confuso ao final da crise. Às vezes, o paciente retoma a atividade que estava fazendo como se nada tivesse acontecido.

Em pessoas com epilepsia, flashes luminosos repetidos ou hiperventilação (respirar rapidamente durante algum período de tempo) podem desencadear crises generalizadas do tipo ausência. Este tipo de crise é mais comum na infância, podendo desaparecer após a adolescência.

O tipo mais conhecido de crise convulsiva, chamado também de ataque epilético ou grande mal, é a crise convulsiva tônico-clônica. É o quadro mais assustador. O paciente subitamente apresenta uma rigidez dos músculos e imediatamente cai inconsciente. Segue-se, então, movimentos rítmicos e rápidos dos membros. O paciente perde controle dos esfíncteres, podendo se urinar ou evacuar. É comum salivar e morder a língua durante a crise, o que pode provocar um espumamento avermelhado.

A crises tônico-clônicas duram entre 1 a 3 minutos. Ao final, o paciente apresenta cansaço extremo, sonolência, confusão e amnésia, não lembrando do que ocorreu.

Outro tipo de crise epilética generalizada é a crise convulsiva atônica. Se manifesta como uma súbita perda do tônus muscular, fazendo com que a pessoa caia. É muito curta, dura menos de 15 segundos, porém, devido às quedas, costuma causar traumatismo sérios.

c) Status epilepticus
A maioria das crises convulsivas são autolimitadas e não precisam de tratamento médico imediato. Chamamos de status epilepticus quando a convulsão não cede após vários minutos ou quando o paciente apresenta quadros repetidos de crise sem que tenha havido tempo dele recuperar a consciência entre os episódios. Geralmente, crises convulsivas que duram mais de 5 minutos são consideradas emergências, pois colocam o cérebro em risco, e devem ser tratadas com drogas para abortá-las.

d) Convulsão febril 

A convulsão febril ocorre normalmente em crianças entre seis meses e seis anos de idade (pico entre 1 ano e 1 ano e meio) que apresentam quadro febril acima de 38ºC. Apesar de ser um quadro assustador para os pais, é benigno e não causa lesão cerebrais na criança. É comum e ocorre em até 5% das crianças.

Se a criança só tem convulsão quando está febril, ela não é considerada como portadora de epilepsia. O que desencadeia a convulsão é a febre, independente da sua causa. A crise pode ser parcial (mais comum) ou complexa, inclusive com crises tônico-clônicas. A convulsão febril costuma ser mais demorada do que as crises nas epilepsias. Podem durar até 15 minutos. Não se assuste se a criança apresentar fraqueza em um dos membros logo após o fim das crises. É temporário.

Não adianta dar banho em água fria ou encher a criança de antitérmicos. Isso não impede o aparecimento das crises. também não é necessário usar drogas antiepiléticas. O quadro é benigno e os efeitos colaterais não justificam o seu uso.

A convulsão febril não traz maiores complicações e desaparece com a idade. O ideal é sempre levar a criança ao pediatra após a crise para que ele possa investigar o motivo da febre e confirmar que se trata apenas de convulsão febril, e não de epilepsia.

O que fazer quando presenciar uma crise convulsiva?

Primeiro de tudo, mantenha a calma. A imensa maioria das crises são autolimitadas, desaparecendo espontaneamente.

É importante saber que uma crise generalizada pode ser precedida por crises parciais, por isso, se o paciente estiver em pé ou sentado, o ideal é deitá-lo para evitar quedas. Afaste objetos que possam vir a machucá-lo.

Se o paciente estiver tendo uma crise convulsiva tônico-clônica, eis alguns conselhos:

– Não tente imobilizar seus membros. Deixa o paciente se debater. Procure apenas proteger a cabeça com uma almofada
– Se o paciente estiver se sufocando com a própria língua, NUNCA ponha a mão dentro da boca para tentar ajudá-lo. Ele pode subitamente contrair violentamente a mandíbula, e você pode perder os dedos. O simples ato de girar a cabeça para o lado é suficiente para a língua cair e desobstruir as vias aéreas.
– O ato de virar a cabeça para o lado também impede que o paciente se afogue na própria saliva.
– Se a crise estiver durando mais que 3-5 minutos, ligue para algum serviço de socorro médico.
– Após a crise é normal o paciente permanecer desacordado por algum tempo. Coloque-o de lado e deixe-o dormir.
– Nunca ofereça nada para beber ou comer logo após a crise. Nesta fase o paciente pode não conseguir engolir direito, sofrendo risco de aspirar o alimento ou o líquido.
Fonte: MD.Saúde / YouTube

Meu Filho Não Come Nada! O Que Eu Faço?

"Come só um pedacinho! Olha, se você comer o arroz, a mamãe lhe dá um chocolate! Se não comer tudo, não vai brincar!" Quantos pais já não usaram ao menos uma destas frases na tentativa de verem seus filhos se alimentarem? Se você é um deles, saiba o que dizem os especialistas sobre o tema.

Insistir ou até obrigar os filhos a comerem não é o correto. Claro que a preocupação é compreensível, afinal uma boa alimentação resulta numa criança saudável, mas não é por pular uma refeição ou outra que os filhos ficarão desnutridos ou terão o desenvolvimento comprometido. A nutricionista Melissa Saikawa Bonesi Imamura destaca que há duas classificações para a falta de apetite infantil: a orgânica e a comportamental.

A orgânica ocorre porque a criança tem alguma doença infecciosa ou está com carência de nutrientes, como vitaminas e minerais. Num e noutro caso, os sintomas dessa criança normalmente são apatia, palidez, fraqueza, sonolência, pele seca, cabelos finos e quebradiços, rachaduras nos cantos da boca e sangramento nas gengivas. A solução é levá-la ao pediatra e a um nutricionista para que, com o acompanhamento profissional conjunto, o problema seja solucionado.

A falta de apetite comportamental, esclarece a especialista, tem origem na dinâmica familiar e pode originar um ciclo vicioso, difícil de ser corrigido: a criança deixa de comer simplesmente porque quer chamar a atenção e acaba ganhando algum alimento de fácil aceitação, como uma bolacha recheada, mesmo estando no horário de uma refeição principal, como o almoço ou o jantar. Ao perceber que essa tática dá certo, a criança repete a atitude constantemente.

Pai e mãe devem ter em mente o seguinte: quando a fome apertar, a criança vai comer. Mas, nada de alarmes, não é preciso deixá-la com fome. Há caminhos bem mais suaves para persuadi-la a alimentar-se.

O primeiro passo é verificar se realmente não há nenhum problema de saúde, ou seja, se a falta de apetite não é de origem orgânica, incluindo o início da dentição, o que também resulta no desinteresse pelos alimentos. Não havendo nenhum problema do gênero, papai e mamãe devem adotar alguns procedimentos:

• Nunca ofereça muita comida à criança - ela tem o estômago pequeno;

• Varie os alimentos. A mesma comida, todos os dias, não desperta o interesse. Incremente o prato com algum alimento de cor diferente daquele que você ofereceu anteriormente, por exemplo;

• Evite que a criança fique "beliscando" entre uma refeição e outra;

• Mantenha verduras e legumes em todas as refeições. Mesmo que a criança não aceite, não a obrigue a comer, assim ela ficará com raiva do ingrediente. Deixe lá, a constante presença desses alimentos despertará a curiosidade da criança;

• Em contrapartida, não ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança ingira verduras e legumes. Essa tática dificulta o estímulo do paladar, por não permitir que a criança reconheça os diferentes sabores;

• Respeite os gostos de seu filho, pode ser que ele realmente não goste de determinada comida e, mesmo nos primeiros anos de vida, a criança já tem preferências e aversões alimentares. Às vezes, por não gostar de um ou de outro ingrediente, ela rejeita toda a refeição;

• O ambiente onde as refeições são realizadas deve ser tranquilo. Desligue a TV, abaixe o volume do rádio e evite discussões;

• A criança com mais de um ano e que ainda toma muitas mamadeiras ao dia pode ter dificuldades em aceitar os alimentos sólidos, neste caso é melhor diminuir as mamadas;

• A criança não gostou da comida. Por zelo, muitas mães preparam a refeição dos filhos separadamente, usando poucos temperos. O problema é que às vezes a comida fica sem gosto algum. Experimente os alimentos antes de oferecê-lo aos menores;

• Não dê sucos e refrigerantes durante a refeição, porque a capacidade gástrica da criança ainda é limitada. Se ela tomar um desses líquidos pode não ter espaço para a comida;

• Não force seu filho a comer. Se ele ficar com fome, vai alimentar-se na próxima refeição;

• Não ofereça comida fora de hora. A criança que passa o dia inteiro comendo dispensa as refeições principais pelo simples fato de não estar com fome;

• Deixe a criança comer com as mãos. Ela se diverte manipulando a comida e vê nesse momento uma ocasião prazerosa, agradável;

• Nunca prometa uma recompensa, como por exemplo, "coma o arroz que eu lhe dou um sorvete". Assim você fará com que seu filho tenha desprezo pela comida;

• Não faça a brincadeira do aviãozinho. A hora é de comer, não de mimar a criança;

• Não adianta pedir para seu filho comer cenoura se você está comendo um sanduíche, ele naturalmente irá querer comer o lanche, pois se você despreza a cenoura, é porque o outro alimento deve ser mais gostoso; 

• Por fim, seja firme com a criança, sem ser rígida, afinal o momento de se alimentar deve ser prazeroso e não angustiante.

Não esqueça que uma alimentação excessiva pode resultar num adolescente obeso, que futuramente irá procurar um endocrinologista para emagrecer. Considere também que a necessidade energética da criança vai diminuindo com o passar dos anos. Uma criança com três anos de idade, por exemplo, precisa de mais calorias do que uma com sete, o que torna normal a redução do apetite.

Há mães que, de tão preocupadas, oferecem suplementos nutricionais sem orientação. Sem querer elas podem estar contribuindo para a formação de um adulto obeso, pois a energia extra que a criança recebe passa a se acumular em seu tecido gorduroso.


O detalhe importante é que o número de células gordurosas de uma pessoa é definido até os dois anos de idade e, existindo um número muito grande de células adiposas no organismo adulto, essa pessoa terá mais dificuldade em controlar seu peso, ao contrário daquela que, na infância, recebeu uma dieta balanceada e produziu um número normal de células gordurosas.
Fonte: Pediatria em Foco / YouTube

Reposição Hormonal Engorda ou É Mito?

A chegada da menopausa pode ser identificada pelas frequentes ondas de calor, irritações, ressecamento vaginal, redução na libido, menstruação irregular, insônia, fadiga, dificuldade de concentração, alterações na pele e nos cabelos. São sinais de que a mulher passa do estágio reprodutivo para o não reprodutivo. Os sintomas começam a aparecer entre os 45 e 55 anos, e é um processo natural do corpo nesta etapa da vida. No entanto, o período é visto negativamente pela maioria das mulheres por causar muito desconforto, ainda que os efeitos variem de uma pessoa para outra.
Estes sintomas desagradáveis podem ser contornados com educação, mudanças no estilo de vida e, se necessário, com tratamento de reposição hormonal. A terapia tem a finalidade de aliviar os sintomas e não de cessar o processo da menopausa, regularizando as taxas de progesterona e estrogênio – hormônios que o corpo feminino diminui a produção nesta fase da vida. A alternativa ajuda ainda na prevenção da algumas doenças, como a osteoporose – resultantes da diminuição da produção hormonal -, além de reduzir a oleosidade dos cabelos e melhorar o tônus da pele.

A perda de cálcio, que causa a osteoporose, aparece nos primeiros cinco anos da menopausa e é uma doença muito grave, relacionada a fraturas de vértebras (coluna) e de bacia. O tratamento com hormônios ou com substitutos hormonais reduz a ocorrência de fraturas e deve ser iniciado logo no início da menopausa. Outro fator a considerar é o risco de infarto e derrames. Nestes casos, o tratamento também pode reduzir as mortes por doenças cardiovasculares, causadas pela deficiência de hormônios.

O método utilizado é geralmente através de dosagens relativamente baixas de estrógenos, por via oral ou transdérmica (adesivos sobre a pele ou gel), mas também pode ser feito com implantes hormonais, prática menos utilizado no nosso meio. O que causa pavor em muitas mulheres é o boato de que a reposição hormonal engorda. Será que isso é verdade mesmo?

Contraindicações

Mesmo com cerca de 80% das mulheres a partir dos 50 anos adeptas ao tratamento de reposição hormonal, ainda existem várias dúvidas que cercam este tipo de método. É verdade que em muitas situações o tratamento é contraindicado, como é o caso de mulheres com câncer de mama diagnosticado ou suspeito, gravidez suspeita ou confirmada, sangramento uterino no qual não foi identificada a causa, sensibilidade conhecida aos componentes da reposição hormonal e trombose aguda.

No entanto, existem alguns mitos sobre os efeitos desta terapia, e um deles é a afirmação de que a reposição hormonal engorda, um grande temor de boa parcela da população feminina.

A reposição hormonal engorda mesmo, ou não?

Em geral, nenhum estudo já desenvolvido atesta que a reposição hormonal engorda, porém sabe-se que um aumento na gordura corporal, especialmente ao redor do abdômen, pode ocorrer durante a menopausa em função das mudanças hormonais. A diminuição no tecido muscular e do nível de energia, que são resultantes da idade, podem também contribuir para o aumento de peso.

Portanto, não há conexão entre o ganho de peso e a reposição hormonal. Se a mulher já deu sinais de que tem tendência a engordar durante sua meia idade, então ganhará peso independente de optar pelo método ou não. Algumas mulheres podem ter alguns sintomas no início do tratamento, como inchaço e aumento da mama, o que pode ser mal interpretado como aumento de gordura corporal. Estes sintomas geralmente desaparecem, uma vez que as doses da terapia são ajustadas de acordo com o organismo de cada mulher. Vale lembrar ainda que, no geral, tanto homens quanto mulheres tendem a ganhar peso com o passar dos anos.

Alimentação, Exercícios e Considerações

Para combater este aumento de peso que se adquire com a idade, especialmente na menopausa, é recomendável combinar exercícios regulares a uma alimentação saudável.

Mesmo sustentando o mito de que a reposição hormonal engorda, entre outros, e também algumas verdades sobre sua atuação no organismo, ela ainda é a principal aliada da maioria das mulheres para combater os desconfortos e problemas que batem à porta no período de menopausa.
Os benefícios dessa terapia superam as chances de riscos no caso de mulheres saudáveis que apresentem sintomas como ondas de calor ou outros efeitos da menopausa, que perderam massa óssea e não puderam tolerar ou se beneficiar com outros tratamentos, que pararam de menstruar antes dos 40 anos ou então perderam a função natural dos ovários antes desta idade.
Já mulheres que sofrem de menopausa prematura, particularmente aquelas que tiveram que retirar seus ovários e não fizeram terapia com estrogênio até os 45 anos, possuem um alto risco de terem osteoporose, doença cardíaca coronária, sintomas de Parkinson, demência, ansiedade ou depressão, problemas sexuais e outros.

A menopausa precoce geralmente diminui o risco da maioria dos tipos de câncer de mama e câncer de ovário. Para mulheres que chegam à menopausa antes da idade normal, os benefícios da terapia hormonal geralmente superam os riscos.

Por isso, é recomendável que a reposição de hormônios aconteça com indicação médica e acompanhamento especializado. A idade, tipo e tempo de menopausa são dados que desempenham um papel significativo para se avaliar os riscos associados com o tratamento de reposição de hormônios. Não há consenso quanto ao tempo que deve ser mantida a terapia hormonal, algo também que deve ser decidido caso a caso. Fato é que o boato de que a reposição hormonal engorda é um mito; na verdade, o ganho de peso é uma consequência natural do passar dos anos e da chegada da menopausa. Veja o vídeo e entenda melhor sobre a reposição hormonal:



Fonte:  Mundo Boa Forma

Púrpura: Doença Autoimune Que Deixa Manchas Roxas na Pele

Púrpura trombocitopênica imunológica é uma doença autoimune que se caracteriza pela destruição das plaquetas, células produzidas na medula óssea e ligadas ao processo de coagulação inicial do sangue. 

O nome está diretamente relacionado às principais manifestações da enfermidade. Púrpura é uma referência às manchas roxas ou avermelhadas indicativas de sangramentos que aparecem na pele; trombocitopênica, em razão da trombocitopenia, ou seja, do sangramento provocado pela queda no número de plaquetas.

A enfermidade afeta uma em cada 10 mil pessoas e incide mais nas mulheres em idade fértil do que nos homens. Crianças podem apresentar uma forma aguda e autolimitada de PTI, em geral decorrente de um quadro infeccioso viral.

Sintomas

Os sintomas surgem quando a queda do número de plaquetas compromete o processo de coagulação do sangue a ponto de provocar sangramentos. Os mais típicos são os sangramentos que se localizam na pele ou nas mucosas sob a forma de petéquias (manchas puntiformes) ou equimoses (manchas maiores). Podem ocorrer também sangramentos nasais (epistaxes), nas gengivas, gastrintestinais e no trato urinário. A ocorrência de edemas, dor nas pernas e hemorragias menstruais são mais difíceis de controlar.

A intensidade dos sintomas varia muito de um paciente para outro. Em alguns casos, eles podem ser assintomáticos e dispensam tratamento.

Diagnóstico

O diagnóstico baseia-se no exame clínico e no resultado do hemograma. Uma vez constatado que o número de plaquetas está baixo, é de suma importância fazer o diagnóstico diferencial, porque doenças como aids, lúpus, leucemias e certas infecções virais também provocam queda no número de plaquetas.

Tratamento

Na infância, pode ocorrer remissão espontânea da doença, o que raramente acontece na vida adulta.

O tratamento com cortiscosteroides (prednisona) por via oral visa controlar os sintomas e provocar aumento gradual das plaquetas no sangue. O risco de sangramento diminui consideravelmente, quando a contagem das plaquetas atinge 50 mil. Por causa dos efeitos colaterais adversos, o medicamento deve ser retirado aos poucos ou reduzido a doses mínimas o mais depressa possível.

Doses altas de imunoglobulina por via intravenosa são úteis para conter os sangramentos agudos e elevar a contagem de plaquetas.

Como grande parte da produção de autoanticorpos e destruição das plaquetas ocorre no baço, em algumas situações, a remoção cirúrgica desse órgão (esplenectomia) pode estar indicada.

Recomendações

* Sangramentos provocados pela baixa contagem de plaquetas são facilmente visíveis sob a pele ou mucosas. A presença inexplicável de pequenos pontos ou de manchas arroxeadas espalhadas pelo corpo deve ser um sinal de alerta. Procure assistência médica para diagnóstico e tratamento, se necessário;

* Em geral, a púrpura trombocitopênica imunológica tem bom prognóstico, desde que devidamente tratada. 

Assista o vídeo sobre a doença: 



Fonte: drauziovarella.com.br/ YouTube

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