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Fenômeno Conhecido Como Lua Rosa Irá Acontecer Brevemente

A lua aparecera de uma forma especial nos céus nesta primavera. Um fenômeno conhecido como Pink Moon (“Lua Rosa”, em tradução livre) está previsto para acontecer. Ele acontece quando a Lua fica exatamente no lado oposto da Terra em relação ao Sol. O acontecimento é comum nessa época do ano. 
 
Mas, antes que você imagine ou pergunte se a Lua vai ficar rosa já vamos afirmando que não, necessariamente. “Dão esse nome simplesmente porque é a primeira lua cheia da primavera, não porque ela é rosa”, explica o professor Henrique Barbosa, físico da USP.

O evento ganhou esse nome de tribos nativas americanas, que nomeavam as luas cheias ao longo do ano como uma forma de contagem do tempo. A “Lua Rosa” é chamada assim por causa de uma flor silvestre, a Phlox, também conhecida como Chamas ou Flocos.

Isso acontecerá na primeira Lua Cheia da Primavera no Hemisfério Norte do planeta, e a primeira do Outono no Sul, e marca o início das comemorações de diversas religiões, como a Páscoa para os judeus e católicos, ou o nascimento de Hanuman – um deus-macaco do hinduísmo e importante para a astrologia.

Hipótese

Alguns pesquisadores afirmam que não é possível a Lua ficar rosa, mas para outros, assim como o céu fica alaranjado, avermelhado e, às vezes, até rosa, a Lua também pode seguir o mesmo caminho. Isso porque ela reflete a luz do Sol que é formada por várias cores, e ao atravessar a atmosfera terrestre, pode sofrer interferências.

O professor do Instituto de Biociências (IB) da USP, Roberto Costa, explica que a luz refletida se dispersa pelas partículas até chegar aos nossos olhos e esse processo pode fazer com que apenas algumas cores sejam absorvidas, e outras passem direto. Essas que atravessaram a atmosfera, penetram com maior facilidade: como é o caso das cores mais avermelhadas.

De acordo com os os astrônomos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, o fenômeno pode acontecer quando a Lua iniciar a subida pelo céu, onde ela passa maior parte em contato com as partículas da atmosfera e pode ser inclusive influenciada pelas nuvens.

Veja neste vídeo como foi o fenômeno da Lua Rosa e Quando ocorrerá novamente:

Fontes:  vix.com / fatosdesconhecidos.com.br

Uso de Drogas Pode ‘Acordar’ o Transtorno Bipolar

Especialistas afirmam que hábito pode despertar a condição genética do bipolar e faz com que transtorno se manifeste precocementeFonte: Saúde - iG @ http://saude.ig.com.br/minhasaude/2013-08-07/uso-de-drogas-pode-acordar-o-transtorno-bipolar.html
Especialistas afirmam que hábito pode despertar a condição genética do bipolar e faz com que transtorno se manifeste precocemente

A bipolaridade é um transtorno do humor genético que consiste em alterações entre períodos de extrema euforia e outros de depressão profunda. O uso de drogas psicotrópicas pode antecipar a manifestação do problema e também tem o poder de intensificar seus sintomas.

“As drogas, tomando como exemplo a maconha, podem ‘acordar’ a genética e fazer com que a pessoa com pré-disposição genética manifeste a bipolaridade muitos anos antes, em média 10 anos antes do que isso aconteceria”, alerta Teng Chei Tung, psiquiatra do Centro de Psiquiatria da USP.

A bipolaridade por muitas vezes pode iniciar-se na adolescência por reflexo desse uso ou abuso de drogas. Mais do que na vida adulta, o diagnóstico na infância e adolescência é demorado. Em todas as fases, porém, o transtorno pode ser confundido com uma depressão comum ou até mesmo com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

A condição é hereditária. “Ninguém vira bipolar sem pré-disposição genética”, afirma Antônio Geraldo, presidente da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, explicando que o transtorno pode se manifestar em todas as fases da vida, inclusive na infância.

Estima-se que cerca de 60% das pessoas em tratamento para depressão podem ser bipolares. "O diagnóstico é difícil. Requer tempo do psiquiatra com o paciente, para examinar seu passado, para entender se períodos eufóricos e tristes aconteceram. O problema é que a maioria dos atendimentos médicos hoje são de apenas poucos minutos, insuficiente para o diagnóstico", explica Ângela Scippa, ressaltando que antidepressivos comuns não são indicados para o transtorno.

"É preciso desconfiar quando o paciente tem uma depressão que não responde a medicamentos. Esses pacientes podem ter o transtorno bipolar, e só melhorarão com remédios corretos para este fim", explica a psiquiatra.

"Dizem que quem vai ao psiquatra é louco"

O preconceito ainda é forte. Os especialistas reclamam da ideia popular em torno da psiquiatria e também do estigma que recai sobre aqueles que necessitam dessa ajuda médica.

“Os pacientes são, por muitas vezes, rotulados como loucos por uma parte da sociedade. Existe um preconceito muito grande com os transtornos psiquiátricos”, reclama o presidente da Sociedade Brasileira de Psiquiatria.

Tung cita como exemplo as novelas. “Se você reparar, o personagem com transtorno bipolar normalmente é cleptomaníaco ou alguém que causa muita confusão”, conta, explicando que o paciente pode levar uma vida normal.

Os especialistas afirmam que esse preconceito precisa ter um fim. “Existe um projeto que busca criminalizar preconceito contra portadores de problemas mentais”, explica Geraldo. “A intenção não é colocar ninguém na cadeia, o projeto é para educar”, diz o psiquiatra.

Os psiquiatras afirmam que transtorno bipolar pode ser tratado e tem grandes chances de ser controlado e o paciente passar a viver uma vida normal. “Não há razão para os preconceitos”, complementa Geraldo.

Entenda as duas fases da bipolaridade

Depressão

A depressão é profunda. Segundo Tung, os sintomas são intensos. “A pessoa fica triste na maior parte do tempo, não tem mais capacidade de sentir prazer nas coisas, experimenta uma falta de esperança e pensamentos suicidas”.

Esses problemas podem ser controlados com ajuda médica. “É usado um estabilizador de humor, que vai deixar o paciente nem eufórico demais – que é prejudicial – e nem deprimido”, explica Ângela Scippa, psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos do Humor (ABRATA).

Euforia
 
Ficar feliz é muito bom, porém, a euforia sentida pelos pacientes com bipolaridade não é felicidade, e sim uma condição patológica. “Eles não dormem, ou dormem apenas uma ou duas horas por noite e não sentem necessidade de repousar, ficam extremamente irritados e agressivos, a energia aumenta para todas as atividades, falam demais, tem compulsão por compras, sexo, atividade de risco e ficam distraídos. Essa euforia também aumenta o consumo de drogas e álcool”, explica Ângela. 

No vídeo abaixo você saberá se o Transtorno bipolar associado com uso de álcool pode favorecer o suicídio:


Fonte: saude.ig.com.br

15 Dicas Para Enfrentar o Luto. Como Aceitar a Ausência?

O vazio da ausência é uma das dores mais intensas que o ser humano pode sentir. Se você está passando por um momento de luto ou quer apoiar alguém que vive essa dolorosa experiência, conte com algumas dicas.


1 - Respeite o momento do choque

Quando passamos por um momento de perda, é natural que ocorra um choque inicial. Esse tipo de comportamento ocorre, pois nosso ego não assimila esses acontecimentos e por isso podemos ficar paralisado por minutos, horas ou até mesmo vários dias, com uma possível estimulando até possíveis problemas de saúde como vômitos, diarreia e tremores. A demonstração de frieza ou indiferença pode ser um sintoma do choque, cada um reage de uma forma, por isso é fundamental respeitar a reação de cada um.

2 - Cada um tem seu tempo para encarar a realidade da perda

Acontece muito em pessoas enlutadas a fase da negação, para que não haja o desequilíbrio psíquico. Em casos assim ficamos bloqueados tentando esquecer e fingindo que nada aconteceu, mas é possível também acontecer o contrário onde levamos a vida normalmente, nos entretendo no máximo de atividade possíveis, para fugir do problema da perda, porém esse período não costuma durar muito tempo.

3 - O luto traz uma avalanche de emoções

Os mais inesperados sentimentos podem aparecer no luto. Raiva, tristeza, alívio, culpa, medo, impotência. revolta... entretanto, profundas emoções podem ser despertadas. Para poder digerir a perda, é fundamental uma grande força emocional. Não fuja do seu sofrimento, se possível converse com pessoas de sua extrema confiança e compartilhe a sua dor.

4 - É preciso chorar a sua dor

Não há como escolher não sofrer. O luto é doloroso para todos, nos abala por completo. Fingir, se esconder ou bloquear não vai resolver. Portanto, a solução mais simples é chorar, isso mesmo, chore sem medo, fale sobre o luto, ele provavelmente será seu único e principal assunto por algum tempo. Tudo isso sem pressa, pois esse processo precisa ser digerido lentamente.

5 - Nunca estimule alguém a "sair" logo do seu luto

Ficar pedindo para que a pessoa enlutada recupere-se rapidamente é um tanto incômodo. Esse tipo de atitude pode só piorar quem está passando pelo luto, levando a uma possível depressão e adoecimento. Cada um tem o seu tempo de superação e volta as atividades normais para tocar a vida em frente. Aumente sua sensibilidade nesse momento e acolha aqueles que estão precisando de você nesse momento difícil.

6 - Nos sentimos impotentes diante da dor de alguém

Quando vemos alguém sofrendo e não podemos ajudar, sentimos a total impotência diante da situação. Não tem como apagar o que aconteceu e nem esquivar-se da avalanche que está por vir. Mas permanecer ao lado, ficar presente, oferecer o ombro amigo são primordias para que a pessoa que está em luto se recupere o mais rápido possível.

7- Cada membro da família está vivendo um luto diferente

Cada um dos membros da família, provavelmente reagirá de uma maneira única. Podemos em algum momento achar que um está muito devagar ou muito rápido com o luto. Alguns precisam se abrir mais, falar, contar histórias, rever fotos e chorar bastante. Em contrapartida haverá aqueles que vão ficar quietos, curtindo a sua dor. Os questionamentos podem haver dentro da família, pois cada um tem um jeito de encarar essas coisas, cada um com suas crenças. A forma como cada um vive o luto certamente tem ligação com a personalidade, história de vida e a intensidade do vínculo. Se o vínculo era muito forte, ou se algum conflito não se resolveu pode ser mais difícil a recuperação. A união entre a família é fundamental neste momento.

8 - É preciso consolar a sua dor

Leva um tempo para aceitar a perda. Você deve sofrer por um tempo e ter dificuldades em encarar a realidade. Não passe esse momento difícil sozinho, encontre pessoas de confiança compartilhe a sua dor, que elas estejam presentes no choro e no riso e falem palavras de conforto e que você sinta que está apoiado em pessoas de valor.

9- Procure uma maneira de expressar o que você está sentindo

Escrever poesias, músicas, textos, expressar-se através de pintura e danças, parece ser uma ótima alternativa para expor os seus sentimentos ao longo do luto. A arte é um é um excelente recurso para registrar de maneira lúdica a nossa dor.

10 - Você não precisa ficar triste o tempo todo

Uma das coisas mais comuns de se pensar, é que quem está de luto deve ficar triste o tempo todo. O luto é um momento complicado, e é normal que até as coisas voltarem ao normal, a pessoa sinta picos de tristeza e momentos de relativa alegria e felicidade. Lembrando do ente querido nesses momentos podem vir essas sensações. Permita-se viver esses sentimentos, não só os negativos. Deixe que os bons sentimentos te ajudem a seguir em frente.

11- É preciso perdoar

Quando alguém nos deixa, diversos sentimentos estarão sobre nós. Raiva, revolta e culpa só irão dificultar o processo de luto. A raiva acontece mais em casos de não aceitação do que aconteceu, pela tristeza da separação e por achar que nem você e nem ela mereciam isso. Você pode culpar qualquer ser ou divindade, é um direito seu. Todo sentimento é legítimo e deve ser respeitado. Busque o perdão e entenda que as coisas nem sempre estarão em nosso controle, os caminhos da vida nem sempre atendem os nossos desejos. Concentre suas forças em encontrar o seu perdão.

12 - Chegará a hora de dar destino aos objetos dele

Faz parte de todo o processo decidir com quem e onde ficarão as roupas, objetos, entre outras coisas da pessoa. Você pode vender, doar ou até mesmo ficar com algum deles. Entretanto é necessário ter cuidado para não se apegar aos pertence do falecido. Manter lugares intactos ou a resistência em se desfazer das coisas é uma clara evidência de dificuldade de aceitação do ocorrido.

13 - Receba sua herança

Os bens materiais não são as únicas e nem as principais coisas que ele deixou pra você. Memórias, histórias, lições e momentos devem ser guardados com todo carinho. Guarde tudo isso dentro do seu coração, pois esse é o maior legado que a relação de vocês deixou. Busque em suas recordações o abraço, riso e carinho que ele te deu, assim você perceberá que ele ainda se faz presente em sua vida, mesmo após a partida.

14- É possível encontrar um sentido para a perda

Encontrar um sentido para a perda, é mais do que procurar uma justificativa para o acontecimento. Algumas pessoas após as perdas desenvolvem novos valores, atuam em novos papéis perante a sociedade com um engajamento ímpar. Novos caminhos não darão um significado para a perda, mas podem sim dar novo significado para a sua existência.

15- É preciso continuar vivendo

A tristeza da perda, a presença da ausência perene, todos esses sentimentos ainda terão lugar dentro de você, mas a vida continua e em algum momento você precisar estar pronto para retomar as suas atividades. Guarde consigo tudo o que vocês viveram, lembre-se dele com carinho e viva por você e por ele. Não se culpe por continuar a viver e nem por possíveis momentos de choro repentino.

Que todas as dicas sirvam para que você encontre da melhor maneira um novo rumo para a sua vida e em último caso, não hesite em procurar ajuda especializada.

Neste vídeo você vai assistir a uma entrevista preparando-nos para enfrentar o luto:

Fonte: mensagenscomamor.com
















Conheça as 8 Doenças Que Geram Cansaço Extenuante

O cansaço excessivo pode indicar além de falta de tempo para descansar, algumas doenças como anemia, diabetes, alterações da tireoide ou até mesmo depressão. Nesse caso, o paciente se sente sempre cansado e não tem forças para realizar seu trabalho com excelência.

Ao identificar o cansaço frequente é aconselhado observar se existem outros sintomas associados e buscar auxílio médico para iniciar o tratamento adequado. Enquanto espera pela consulta, o que se pode fazer para combater este cansaço excessivo é utilizar o pó de guaraná.

As 8 doenças que podem causar cansaço excessivo são:

1. Diabetes

A diabetes causa cansaço frequente porque nela a glicose do sangue não chega a todas as células e por isso falta energia no corpo para realizar as tarefas do dia a dia. Além disso o excesso de açúcar no sangue faz o indivíduo urinar mais, leva ao emagrecimento e diminuição dos músculos, assim é comum os diabéticos queixarem-se de cansaço muscular.
  • Que médico procurar: Diabetologista ou endocrinologista, e os exames indicados são glicemia em jejum e o teste de glicemia.
  • O que fazer para combater a diabetes: Deve-se tomar os remédios receitados pelo médico e ter cuidados com a alimentação.

2. Anemia

A falta de ferro no sangue pode causar cansaço, sonolência e desânimo. Nas mulheres esse cansaço se torna ainda maior na época da menstruação, em que as reservas de ferro no organismo diminuem ainda mais.
  • Que médico procurar: Clínico geral, e os exames indicados são hemograma.
  • O que fazer para combater a anemia: Deve-se consumir alimentos ricos em ferro, de origem animal e vegetal, diariamente. Alguns exemplos são: Carnes vermelhas, beterraba e feijão.

3. Apneia do sono

A apneia do sono é caracterizada pela falta de ar nos pulmões durante o sono, que pode acontecer por breves períodos, várias vezes durante a noite, prejudicando o sono e o descanso do indivíduo. Ao dormir mal, é normal acordar muito cansaço, ter cansaço muscular e sentir sono durante o dia.
  • Que médico procurar: Médico especialista em distúrbios do sono pode solicitar um exame chamado polissonografia.
  • O que fazer para combater a apneia do sono: É importante descobrir a sua causa, que pode envolver o excesso de peso para adequar o tratamento que pode envolver dieta e uso de uma máscara de CPAP, própria para dormir.

4. Depressão

Um dos sintomas típicos da depressão é o cansaço físico e mental frequente, em que o indivíduo fica sem ânimo de realizar suas tarefas diárias e até mesmo de trabalhar. Apesar de ser uma doença que afeta a parte mental da pessoa, ela também acaba afetando o corpo.
  • Que médico procurar: O mais indicado é o psiquiatra.
  • O que fazer para combater a depressão: É aconselhado ser acompanhado por um psicólogo ou psiquiatra que pode indicar o uso de medicamentos, em alguns casos.

5. Fibromialgia

Na fibromialgia há um cansaço frequente, que persiste por anos, além de um aumento a sensibilidade à dor. As dores constantes podem causar dificuldade de concentração e como também afeta o sono, a pessoa já acorda cansada, como se não tive descansado nada durante a noite.
  • Que médico procurar: Reumatologista que pode solicitar uma série de exames para excluir outras causas, mas o diagnóstico é demorado e pode demorar anos para chegar.
  • O que fazer para combater a fibromialgia: Recomenda-se tomar os remédios receitados pelo médico, fazer exercícios como Pilates, Yoga ou Natação, para promover o alongamento dos músculos e mantê-los devidamente fortalecidos para se tornar mais resistente a dor.

6. Doenças cardíacas

A arritmia e o entupimento das artérias podem causar cansaço e tonturas frequentes. Nesse caso, o coração não tem forças suficientes para fazer uma boa contração para enviar sangue para todo o corpo e por isso o indivíduo está sempre cansado.
  • Que médico procurar: Cardiologista, que pode pedir exame de sangue e eletrocardiograma, por exemplo.
  • O que fazer para combater as doenças cardíacas: Ir ao cardiologista e tomar os remédios receitados por ele. Além disso cuidar da alimentação, evitando gorduras e açúcar, e praticar exercícios supervisionados.

7. Infecções

As infecções como gripes e resfriados podem causar muito cansaço porque nesse caso, o corpo tenta usar todas as energias para combater os micro-organismos envolvidos. Aqui, além do cansaço pode-se observar outros sintomas como a febre e a dor muscular, que devem ser investigadas pelo médico.
  • Que médico procurar: Clínico geral, que pode pedir exames de sangue ou outros mais específicos, dependendo dos sintomas envolvidos.
  • O que fazer para combater as infecções: Após descobrir de que infecção se trata, o médico poderá prescrever o medicamento para curar a doença. Ao seguir todas as recomendações médicas, a cura pode ser alcançada e o cansaço desaparece.

8. Alterações da tireoide

​Como os hormônios tireoidianos são responsáveis por manter o metabolismo acelerado, quando estão afetados o cansaço se instala.
  • Que médico procurar: Endocrinologista, que pode pedir o exame de sangue TSH, T3 e T4.
  • O que fazer para combater a tireoide: É importante tomar os medicamentos receitados pelo médico para manter os níveis hormonais sob controle, porque assim o metabolismo volta ao normal e o cansaço desaparece.
Uma das melhores forma de combater o cansaço é tendo tempo suficiente para descansar e para dormir um sono reparador. Agendar umas férias pode ser uma boa solução para diminuir o stress e o ritmo de trabalho, mas se mesmo isso não for o suficiente deve ponderar a possibilidade de marcar uma consulta médica para investigar o que pode estar causando o cansaço excessivo.

Assista neste vídeo as explicações médicas para o cansaço extremo:

Fonte: tuasaude.com

Bartonelose - Doença Bacteriana Rumo ao Brasil

Uma doença praticamente desconhecida dos profissionais de saúde brasileiros está se aproximando de nossa fronteira, e seu impacto pode ser agravado pelo modelo de desenvolvimento adotado na Amazônia. A infecção em questão é a bartonelose, originária dos Andes, causada pela bactéria Bartonella bacilliformis e transmitida pelos mesmos mosquitos vetores da leishmaniose.  Comum nos vales interandinos peruanos, na última década a bactéria atingiu áreas mais extensas do Peru, incluindo altitudes mais baixas. Em 2003, chegou ao Departamento de Loreto (fronteira com o estado do Amazonas) e, em 2004, infectou 19 pessoas em Madre de Diós, que faz fronteira com o Acre e a Bolívia. O receio é que, caso a bartonelose entre na Amazônia brasileira, sua disseminação seja acelerada pela falta de treinamento específico dos profissionais de saúde do país.

A construção de estradas, hidrelétricas e a expansão da agropecuária extensiva impulsionam o desmatamento, as queimadas e migrações, e tudo isso contribui para aumentar a ocorrência de doenças. Essa tendência tem sido observada, por exemplo, com relação à malária, mas poderia ser ainda mais grave no caso da bartonelose, dada a falta de experiência com a doença no Brasil. Estudos na África e na Amazônia já mostraram que o maior dano à saúde das pessoas e aos ecossistemas acontece ao longo das estradas, principalmente daquelas recentemente asfaltadas.
A bartonelose, também conhecida como doença de Carrión, é originária dos altos vales inter-andinos do Peru, da Colômbia e do Equador. 


Causada pela bactéria Bartonella bacilliformis, é transmitida por mosquitos do gênero Lutzomyia, os mesmos vetores da leishmaniose.  Após um período médio de incubação de 61 dias (que varia de dez a 210 dias) o doente com bartonelose apresenta inicialmente sintomas inespecíficos como mal-estar geral, sensação febril com calafrios leves e dores nos músculos, articulações e cabeça, podendo chegar a náuseas e vômitos.

Em sua fase mais avançada, a doença causa fraqueza, febres e calafrios, e as vezes é confundida com a malária. O diagnóstico clínico diferencial se faz pela intensa palidez, resultante de forte anemia.  O doente pode ainda apresentar a chamada bartonelose verrucosa. Esta se assemelha a tumores de pele, à leishmaniose tegumentar americana ou a algumas formas de hanseníase (lepra).

O diagnóstico é firmado laboratorialmente quando são encontradas uma ou mais B. bacilliformis parasitando de 1% a 100% dos glóbulos vermelhos do sangue. No Peru, segundo Salvador Quispe, entre 1% e 17% dos pacientes morrem, dependendo do grau de pobreza local.

O efeito das políticas tradicionais de desenvolvimento sobre as epidemias é observado há mais de cem anos na Amazônia sul-ocidental. A região -- noroeste da Bolívia, leste do Peru,  Acre, Rondônia e sudoeste do Amazonas - ainda é considerada "fim de mundo" pelos países que a formam. No fim do século XIX, a valorização da borracha levou ao sudoeste amazônico legiões de nordestinos, dando início ao extrativismo seringalista. No início do século XX, foram retomadas obras da ferrovia Madeira-Mamoré, cuja construção havia sido abortada por ingleses e americanos. Essas duas empreitadas envolveram migrações maciças e alterações ambientais que resultaram, segundo o infectologista Erney Camargo, nas duas primeiras grandes epidemias de malária na Amazônia.

Em 1910,  Oswaldo Cruz relatava que o saneamento da região, considerada então "a mais doentia do mundo", era inviável, pois sairia duas vezes mais caro que a construção da própria ferrovia. Para a construção da "Ferrovia do Diabo" foram trazidos mais de 20 mil trabalhadores de diversas partes do mundo e mais de 6 mil deles sucumbiram à malária e outras doenças tropicais. Essa história deu origem à lenda de que cada dormente que sustentava os trilhos correspondia a uma vida perdida.

Hoje, a Amazônia sul-ocidental está sujeita a alterações socioambientais sem precedentes: três novos eixos de rodovias a serem asfaltadas vão se somar a três usinas hidrelétricas (propiciando 4 mil km de hidrovias) e à expansão da agropecuária extensiva - um futuro polo de produção e transporte de matérias-primas -, transformando uma região historicamente isolada em um corredor que ligará o centro-sul brasileiro ao oceano Pacífico. Mais de 20 milhões de pessoas, que vivem num raio de 1.000 km do Acre, devem ser afetadas pelas mudanças ambientais e migrações causadas por esses megaprojetos.

A bartonelose também mudou de comportamento na última década, segundo informe recente de Salvador Quispe, autoridade sanitária peruana. No Equador tem-se encontrado casos procedentes da zona costeira, a oeste dos Andes e a apenas 150 metros acima do nível do mar. No Peru, há evidências laboratoriais de comunidades nativas da floresta amazônica infectadas a leste dos Andes, também a apenas 120 metros de altitude. A figura acima mostra como, desde 1995, a distribuição da bartonelose mudou, ampliando-se da Cordilheira dos Andes para altitudes menores.

A Amazônia sul-ocidental brasileira reúne muitas das condições necessárias para que a bartonelose passe a engrossar a lista das enfermidades endêmicas na região, incluindo o mosquito vetor. Esses insetos são os mesmos que transmitem de 26 mil a 38 mil casos de leishmaniose tegumentar por ano. Os mosquitos podem mudar de hábitat e, provavelmente, passar a transmitir mais de um microrganismo - e mais de uma doença. Já estamos observando mudanças ambientais e fluxos migratórios crescentes na região, e os profissionais de saúde do Brasil não estão treinados para fazer frente à bartonelose. Para evitar e combater as doenças, principalmente aquelas intensificadas pela degradação do ambiente e pelas migrações associadas, seria preciso usar as ferramentas mais modernas disponíveis, como a modelagem de sistemas complexos e o desenvolvimento de sistemas de alerta precoce.
Fonte: pragas.com.br

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