Ultimas

Herpes Labial: Saiba Como Lidar Com o Problema

herpes_simples[1]
O herpes labial é uma infecção causada por vírus, ocorrendo por vezes, em episódios periódicos.
A infecção se divide em quatro estágios:
1. O lábio arde e coça
2. Inicia-se um pequeno inchaço, formando bolhas frequentemente dolorosas
3. As bolhas rompem-se e juntam-se ocasionando ferida com secreção; neste estágio, o vírus pode ser transmitido a outras pessoas com muita facilidade
4. A ferida seca e sara; formam-se cascas e ocorre a cicatrização
Estas lesões reaparecem com frequência variável de indivíduo para indivíduo
O vírus pode infectar outras partes do corpo, se tocadas logo após o contato com a ferida labial. Se, por exemplo, após tocar a ferida do herpes labial, a pessoa tocar os olhos, pode provocar uma infecção grave, com a formação de úlceras na parte transparente do olho (córnea).
A TRANSMISSÃO
Durante a infecção pelo herpes labial, o beijo é um importante meio de transmissão do vírus. Se uma pessoa infectada beija outra durante episódio de infecção, a transmissão torna-se possível.
É assim que geralmente as crianças adquirem a primeira infecção pelo herpes.
Ao ser beijada pela mãe ou qualquer outra pessoa que apresenta a infecção (principalmente no 3º estágio), a criança pode contrair o vírus.
Assim, é necessário identificar corretamente o herpes, que comumente confunde-se com outras enfermidades.
CUIDADOS
Os cuidados com herpes são importantes tanto para quem o tem, quanto para as pessoas a fim de evitar a transmissão.
Ao identificar a infecção, lave sempre as mãos, após tocá-la. Não toque seus olhos, não beije.
Evite furar as bolhas e arrancar as crostas das feridas.
Apesar de ser uma doença comprovada por sinais físicos, os dermatologistas afirmam: uma grande maioria de doenças cutâneas, aquelas que atingem a pele, está diretamente relacionada ao estresse. A pele é um órgão altamente sensível às alterações do organismo, sejam elas hormonais ou emocionais e as manifestações na pele relacionadas ao estresse são inúmeras, podendo ser desencadeadas ou agravadas, dentre elas o herpes.
O herpes é uma doença causada por vírus, altamente contagiosa, caracterizada por pequenas vesículas juntas que lembram um cacho de uva, formado por pequenas bolhas, que posteriormente evoluem com formação de crostas ou casquinhas. É bastante comum nos lábios, mas pode aparecer em qualquer outro local do corpo, inclusive nos órgãos genitais e nos olhos.
Existem diversos tipos de herpes vírus, eles são como uma “família”. Há a versão simplex 1, que é o causador das lesões nos lábios; o simplex 2, que provoca lesões genitais; e existe ainda o herpes zoster, mais conhecido como cobreiro, que acomete, geralmente, pessoas idosas e imunodeprimidos, ou seja, que apresentam o sistema imunológico debilitado.
O vírus do herpes é transmitido de pessoa para  pessoa, e depois da transmissão não “desaparece” mais do organismo. A manifestação do herpes labial, um dos mais comuns, por exemplo, é ativada principalmente em períodos de imunodepressão, estresse físico ou emocional, mas também pode estar ligada às variações hormonais ou exposição prolongada ao sol.
Não há cura para a doença, embora medicamentos avançados ajudem, o importante é a prevenção. E algumas atitudes simples podem ajudar, como por exemplo, não compartilhar objetos com quem esteja com bolhas visíveis; usar preservativos durante as relações sexuais e, para aqueles que têm repetidas lesões, a dica é poupar o estresse e a exposição prolongada ao sol. E, principalmente, se notar bolhas visíveis na região da face é um forte indício de que há grande quantidade de vírus e, consequentemente, mais facilidade de transmissão, que pode acontecer pelo beijo, contato com a lesão ou objetos compartilhados como batom, copos e talheres.
E quando a bolha aparecer o melhor é não ficar manipulando as lesões e fazer bastante compressa com água boricada, que é antisséptica e secativa e não usar remédios, tópico ou oral, sem orientação médica porque a utilização inadequada pode ser ineficaz e até induzir à resistência do vírus.
Postar um comentário
 
Copyright © 2011 - 2014 O Controle da Mente - A Ciência em Ação!