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Tratamento Dentário ou Enfeite?


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Aparelhos ortodônticos: vaidade ou necessidade?

Usar aparelho ortodôntico nos dias atuais se tornou muito mais acessível do que em outros tempos, fato esse que se deve em parte às novas tecnologias, que baratearam o custo dos aparelhos, a uma maior quantidade de profissionais atuantes na área, e ao intenso apelo estético do sorriso: quase todos querem corrigir o que não está bom, ou melhorar ainda mais o que já é belo.

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Mas a facilidade de acesso a esse tratamento trouxe consigo uma idéia equivocada em relação aos aparelhos ortodônticos: a idéia de que qualquer um pode iniciar o tratamento e interrompê-lo a qualquer tempo, sem prejuízo de qualquer natureza, e pior, colocar o aparelho sem necessidade real como se a estética fosse alcançada somente pela colocação do aparelho ortodôntico e não pelo resultado alcançado após a sua remoção.

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Não raro aparecem no consultório pessoas que querem “colocar aparelho” somente como enfeite, sem dar a menor importância ao seu problema real. Geralmente são estes os pacientes com menor compromisso e a estes cabe lembrar: o aparelho ortodôntico não foi criado para ser um ornamento para os dentes, ele é um tratamento para uma doença. Fazendo uma simples comparação, o aparelho ortodôntico está para o sorriso assim como um medicamento está para a dor, ou seja, tem que haver um problema real para que o tratamento ortodôntico esteja indicado. Se a procura é por um enfeite, existem outras opções mais simples, práticas e baratas como piercing dentário.

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O tratamento tem um custo financeiro, biológico, exige higiene oral intensa, zelo com o aparelho e, portanto, deve ser pensado antes de ser iniciado e deve ser levado a sério para que dure o tempo adequado e tenha os resultados ideais alcançados, mas a realidade que visualizamos é outra. Falta de compromisso de pacientes que aparecem em um mês e faltam três ou quatro, aparecem no consultório com o aparelho danificado, peças quebradas, contabilizam quatro anos de tratamento, mas só fizeram quinze manutenções!

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Essas faltas contínuas acarretam a perda de controle do tratamento, a piora do problema do paciente e até mesmo a impossibilidade de correção total, dependendo do caso. Então, cabe ao paciente pensar bem antes de assumir esse compromisso e cabe ao profissional sério tentar identificar os “brincalhões”, pois o planejamento de cada caso exige dedicação e não é justa a perda de tempo com quem não está disposto a levar a sério o tratamento. (Fonte: www.camacarinoticias.com.br)
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