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Homem morre de asfixia erótica!

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Tapar a boca com a mão ou com uma almofada, meter uma máscara de látex na cabeça, prender uma corda ao pescoço... A busca do prazer através da asfixia tem chegado às luzes da ribalta, mas pelos piores motivos: em vez de um orgasmo como clímax, a brincadeira sexual arriscada termina muitas vezes em morte.

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O ator da série "Kung-Fu", David Carradine, de 72 anos, foi encontrado morto num quarto de hotel em Banguecoque. Estava todo nu, com uma corda ao pescoço e outra a amarrar os órgãos genitais. Já em março deste ano, o apresentador da BBC Kristian Digby, de 32 anos, foi também encontrado sem vida em casa, com um saco de plástico na cabeça, preso por um cinto ao pescoço. Depois das respetivas autópsias, ambas as mortes foram arquivadas como casos de "asfixia autoerótica" que correram mal.

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Embora em Portugal estes casos não cheguem às folhas dos jornais, o psiquiatra Afonso de Albuquerque garante que "todos os anos cinco a oito portugueses morrem de asfixiofilia autoinduzida". Prática que pertence ao grupo das parafilias, ou seja, das preferências eróticas pouco comuns.

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"Ao nível do cérebro, o lóbulo frontal vai sendo desligado pela falta de oxigenação. Ficam assim desinibidas todas as estruturas que gerem o autocontrole, o que leva ao aumento da intensidade das fantasias, da ereção, chegando mesmo a atingir-se o orgasmo", explica o especialista, que escreveu o livro "Minorias Eróticas e Agressores Sexuais", onde a asfixiofilia é descrita como uma prática "particularmente perigosa". "Além da possibilidade de culminar com a morte dos envolvidos, um cérebro que não recebe sangue repetidamente não fica certamente em boas condições mesmo que sobreviva."

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O médico alerta ainda para os perigos dos desmaios em cenário de automasturbação. "A pessoa geralmente prende o pescoço com uma corda ou um cinto e põe-se numa posição em que o simples peso do corpo leve à asfixia gradual, com pequenas perdas de consciência", conta Afonso de Albuquerque. "Se calha a desmaiar, pode tornar-se demasiado tarde para desapertar o laço e conseguir evitar a morte."

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Embora seja mais comum correr mal quando são autoinduzidas, as práticas de asfixia são também muito comuns a dois, em jogos de sadomasoquismo. "Em vez de atividade masturbatória, passa a haver um jogo a dois de domínio e submissão." E o psiquiatra aproveita para relembrar: "Os estudos apontam que para cada mulher submissa existem 20 homens que o são." (Fonte: www.aeiou.expresso.pt)
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