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Programa de prostituta rende R$ 8 mil para universitárias

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Elas conciliam a sala de aula com quartos de motel. Começam a fazer programas para bancar a mensalidade nas universidades rio-pretenses, e logo descobrem um mercado rentável. Prostitutas universitárias de Rio Preto ganham de R$ 3 mil a R$ 8 mil mensais em programas com empresários, políticos, médicos, engenheiros, juízes e advogados. São cerca de 50 na cidade, segundo agenciadores ouvidos pelo Diário, a maioria entre 18 e 25 anos.

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Luana - os nomes são todos fictícios - é uma loira de olhos azuis de 24 anos, 1,67 m de altura, 53 quilos. Mudou-se em 2005 para Rio Preto, e cursa o terceiro ano de arquitetura. “Quando vim para cá, nem imaginava em me prostituir. Mas o dinheiro começou a ficar curto, e precisava pagar os R$ 800 por mês da faculdade.” Criou coragem e pôs o contato no site de programas, que divulga garotas de programa na cidade. Em pouco tempo os clientes apareceram. 

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“Ninguém na sala de aula sonha que faço programa”, diz Luana, que tem pavor de ser reconhecida como prostituta fora da cama. Hoje ela conta com uma clientela cativa - 30 homens, a maioria empresários, prefeitos e vereadores da região, advogados e até um juiz. Todos, invariavelmente, acima de 40 anos e casados. “Gosto de sexo, e adoro conhecer pessoas diferentes. É divertido.” 

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Por dia, são três programas, em média, de segunda a segunda. Cada um custa R$ 170. O faturamento, diz, supera os R$ 8 mil por mês. Fora os presentes caros que ganha - o último deles uma bolsa da Victor Hugo, de R$ 2 mil. “Ele quer me namorar, mas não confundo as coisas. Sou profissional no que faço.” 

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Com o dinheiro dos programas, Luana comprou casa em condomínio fechado, dois terrenos e um carro zero quilômetro por R$ 40 mil. “Não sei se como arquiteta vou ter esse padrão de vida”, compara. “Mas quando me formar quero abandonar a prostituição. Tenho namorado, e não posso mentir pra ele a vida toda. Ainda quero casar, ter filhos, um escritório de arquitetura. Uma vida normal.” A família, afirma, acredita que o alto padrão de vida de Luana é bancado por um namorado rico. Ela também vende roupas para disfarçar a prostituição. 

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Luana garante ser boa aluna, mas admite que chega a matar aula para fazer programas. “Procuro agendar todos. Mas se surge algum em cima da hora e a aula é chata, fico sem opção.” (Fonte: www.diarioweb.com.br)
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