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Doença grave que corrói os pés e as pernas

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Pé Diabético

O que é? 

Os problemas que aparecem na perna e, particularmente no pé dos diabéticos constituem um constante desafio à ciência e à profissão médica.

As alterações anatomopatológicas do diabete mellitus são numerosas, acometem o corpo como um todo e de várias formas, principalmente no período avançado da moléstia e na região de transição da perna ao tornozelo e no pé propriamente dito. 

A neuropatia diabética e suas alterações da sensibilidade dos pés têm sido as maiores responsáveis pelo aparecimento destas lesões de difícil tratamento e de prognóstico reservado. 

Normalmente, o diabético só se dá conta da lesão quando esta se encontra em estágio avançado e quase sempre com uma infecção secundária, o que torna o tratamento extremamente difícil, devido à insuficiência circulatória. 

O que se sente?
 
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clip_image002 - Desaparecimento ou diminuição dos reflexos do tendão, das rótulas e do calcanhar são frequentes.
clip_image002[1] - Diminuição na sensibilidade térmica e dolorosa e áreas de anestesia são justificativa às tão frequentes lesões.
clip_image002[2] - Na verdade, o grande problema do diabético - devido à sua falta de sensibilidade - é que só se apercebe da seriedade de seu caso, quando sente o mau cheiro exalado pela gangrena diabética.

Como é feito o diagnóstico? 

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O diagnóstico é feito pela história clínica e pelo exame físico da lesão que geralmente é indolor porém extensa e de odor extremamente desagradável devido à necrose úmida que provoca. 

Como é feito o tratamento? 

No tratamento do pé diabético, é fundamental encarar sempre esses pacientes como casos graves, pois é imprevisível o potencial evolutivo que encerram as lesões nos diabéticos, particularmente quando se associam à polineuropatia, à vasculopatia e às infecções. 

É necessário o controle rigoroso da glicemia através da dieta e de insulina ou hipoglicemiantes orais, bem como da limpeza diária e tratamento precoce das lesões - o mais imediato possível. 

A cirurgia arterial direta e a simpatectomia são possibilidades que podem ser utilizadas. 

Como é feita a prevenção? 

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A prevenção no pé diabético é o capítulo mais importante nesta patologia:
clip_image002[3] - o exame diário dos pés, bem como a proteção dos dedos e maléolos é a maneira mais fácil de evitar o aparecimento das tão desagradáveis e perigosas lesões;
clip_image002[4] - é necessário secar bem os pés, cortar cuidadosa e periodicamente as unhas;
clip_image002[5] - é preciso evitar a colocação de calor local, tipo bolsas de água quente e proximidade com o fogo;
clip_image002[6] - é recomendável fazer um exame diário dos sapatos, evitando pregos ou corpos estranhos soltos no interior deles.

Estas são as precauções que, na maioria dos casos, evitam o aparecimento da moléstia, que, em geral, leva a amputações. (Postado por O Controle da Mente – Fonte: abcdasaude.com.br)
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