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Inocentes sofrem com bombardeios de guerras civis pelo mundo

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Novos ataques aéreos de Israel contra regiões da superpovoada Faixa de Gaza elevaram a mais de 100 o número de palestinos mortos nos bombardeios dos últimos dias, informaram as autoridades locais.

 Um integrante do alto escalão do grupo islâmico Hamas morreu num bombardeio a um centro de mídia na Cidade de Gaza, mas grande parte das vítimas dos ataques israelenses é civil.

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Israel intensificou os bombardeios durante o fim de semana e passou a atacar casas de líderes do Hamas, agremiação que governa a Faixa de Gaza. Com isso, 24 civis morreram em apenas dois dias, disse um funcionário da Secretaria de Saúde de Gaza.

A intensificação dos bombardeios israelenses ocorre em um momento no qual o Egito tenta mediar um cessar-fogo entre Israel e o Hamas. Os dois lados se dizem “abertos” a uma solução diplomática, mas os mediadores ainda não conseguiram conciliar as exigências das partes em conflito.

Dos mais de 100 palestinos mortos, pelo menos 53 eram civis. Três israelenses morreram, todos civis atingidos por um foguete disparado de Gaza em direção a Tel-Aviv.

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A União Europeia (UE) se prepara para exigir um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza, segundo rascunho da declaração ao qual o Wall Street Journal teve acesso.

Ao conclamar as partes a um cessar-fogo, a UE criticará os disparos de foguetes contra Israel e exigirá do Estado judeu uma reação “proporcional” aos ataques. O rascunho da declaração saiu de uma reunião entre ministros das Relações Exteriores dos 27 países que integram a UE ocorrida ontem em Bruxelas. Segundo o rascunho, a UE manifesta “grave preocupação com a situação em Gaza e Israel” e “lamenta profundamente a perda de vidas civis nos dois lados”.

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Mais de 90% dos judeus de Israel apoiam ataques

Os ataques à Faixa de Gaza contam com um grande respaldo da sociedade israelense, de acordo com uma pesquisa do jornal progressista Haaretz. Pelo menos 84% dos israelenses apoiam a operação militar. O apoio chega a mais de 90% quando o levantamento exclui os não judeus. Cerca de um milhão de israelenses vivem no Sul do país, ameaçados pela chuva de projéteis palestinos que sai de Gaza. 

Mas a opinião dos israelenses mudou totalmente quando perguntados se acham que tanques devem entrar no território - a possibilidade de uma ofensiva terrestre aumentou, e soldados e blindados começaram a se dividir pelas fronteiras do território palestino. De acordo com a sondagem, apenas 30% dos entrevistados estaria de acordo em apoiar um ataque terrestre a Gaza, provavelmente conscientes de que parte do apoio internacional à ofensiva iria se esvair em poucas horas.

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Ainda segundo a pesquisa, os israelenses também dão um claro aceno de aprovação ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e ao ministro da Defesa, Ehud Barak, que ordenaram e lideram a operação. Ambos têm níveis de aprovação muito mais altos agora do que mostravam sondagens anteriores: 55% e 52%, respectivamente - um salto que chega a 20%. (Postado por O Controle da Mente – Fonte: Jornal do Comércio)
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