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Homem leva 40 mordidas de hipopótamo e sobrevive ao ataque!

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O hipopótamo que tentou matar Paul Templer não era um estranho – os dois tinham se encontrado várias vezes antes. Quando Paul tinha 27 anos, ele trabalhava levando turistas pelo rio Zambezi até chegarem na Victoria Falls, na fronteira entre Estados Unidos e Canadá.

Foram anos conduzindo o negócio, e o mal-humorado hipopótamo de duas toneladas sempre dava um jeito de assustar quem se aproximasse dele.

Por precaução, Templer procurava evitar invadir a rota do animal, já sabia que esta espécie é bastante territorialista.

Em um determinado dia, quando treinava três novos guias – Mike, Bem e Evans – ele mais uma vez desceu o rio usando seu caiaque. Quando se aproximavam do final do passeio, começava a escurecer.

(Templer perdeu o braço esquerdo durante o ataque)

De repente, Templer sentiu uma pancada forte pelas costas.

Quando se virou para olhar o que tinha acontecido, ele viu que Evans havia sido arremessado para fora de seu barco. A embarcação, que ainda estava com dois turistas dentro, tinha voado para fora da água, e ido parar nas costas do hipopótamo. 

Templer avistou um conjunto de pedras no rio e gritou para que um dos novos guias levasse todos para lá, por segurança. Desvirou, então, seu barco, e remou rapidamente na direção de Evans.

Quando tentavam dar as mãos, Templer foi engolido e se viu em meio à escuridão.

Segundo ele, não houve nada que o fizesse sentir que o perigo se aproximava, nenhum aviso. “Foi como se eu tivesse ficado cego e surdo de repente”, conta ele.

De acordo com o que lembra do ataque, Templer sentia que suas pernas estava imersas na água, mas que, da cintura para cima, ele estava “quase seco”.

— Eu sabia que estava preso em algo viscoso. Havia um cheiro sulfuroso horrível no ar. Parecia ovos podres. Sentia também uma forte pressão contra o meu peito. Meus braços estavam presos, mas eu consegui soltar uma mão e, de repente, toquei em algo duro, parecido com bigodes gigantes. Foi quando me dei conta de que estava debaixo d’água, e preso da cintura para cima na boca do hipopótamo.

Templer se contorceu o máximo que pode, e finalmente escapou quando o animal abriu a boca por alguns segundos. O guia, então, nadou até o amigo Evans, mas foi surpreendido novamente no meio do caminho por mais um ataque do hipopótamo.

— Ele me afundou de novo. Nunca tinha ouvido falar de hipopótamos atacando repetidas vezes assim. Com certeza, ele queria me matar. As bocas dos hipopótamos têm presas enormes, incisivos afiados e uma porção de dentes prontos para mastigar e destruir o alimento.

— Um médico que me atendeu contou em mim mais de 40 marcas de mordidas no meu corpo.

Durante o segundo ataque, Templer se viu obrigado a prender a respiração para não morrer, além de tentar lutar por sua vida ao se debater contra o animal.

Quando o hipopótamo finalmente o cuspiu, um dos seus colegas conseguiu salvá-lo e tirá-lo do raio de alcance do animal.

— Meu braço esquerdo estava destruído, eu perdia sangue por vários ferimentos e, quando meus amigos examinaram minhas costas, viram que havia uma mordida tão profunda que era possível enxergar meu pulmão.

Com a ajuda dos outros guias, que conheciam técnicas de primeiros-socorros, foram feitos torniquetes para que Templer parasse de perder sangue. Por sorte, uma equipe médica se encontrava ali perto fazendo uma excursão, e com a ajuda deles Templer pode sobreviver até chegar ao hospital.

— Eles me avisaram que provavelmente teriam que amputar meus braços e uma de minhas pernas. Acabei perdendo apenas o braço esquerdo. O corpo do outro guia, Evan, foi encontrado no rio dois dias depois.

Depois do episódio, foram feitas caçadas para tentar matar o hipopótamo, mas todas sem sucesso. Templer, inclusive, acredita tê-lo encontrado mais uma vez. Ao passar no mesmo local do incidente, anos depois, ele conta ter visto um enorme hipopótamo sair da água em direção à sua canoa.

— Eu gritei tão alto que meus amigos se assustaram.

Segundo a equipe, o animal voltou logo em seguida para debaixo d’água, e não apareceu novamente.

— Aposto minha vida que era o mesmo hipopótamo, e que ele estava decidido a terminar a história que tinha comigo. (Postado por O Controle da Mente – Fonte: R7)

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