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As mortes mais idiotas da história

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Morrer é algo triste, mas alguns “espertos” conseguem morrer de um jeito tão tosco, que a tristeza vira piada:

Overdose de cenoura

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Nós estamos acostumados com histórias de pessoas morrendo de overdose de drogas ou remédios, mas a verdade é que quase tudo, quando ingerido em excesso, pode levar uma pessoa a morte.

Em 1974, um homem chamado Basil Brown tomou 10 litros de suco de cenoura em 10 dias. Tamanho exagero fez com que seu sangue acabasse recebendo uma dose 10 mil vezes maior de vitamina A do que o normal. Essa quantidade exagerada do suco fez seu fígado trabalhar demais, até que uma lesão hepática acabou matando o homem.

Morte pelo vidro inquebrável

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Garry Hoy era um engenheiro e advogado famoso de Toronto. Durante algumas reuniões, ele costumava se jogar contra uma janela de vidro, como uma forma de piada e também para confirmar o quão bom era aquele vidro inquebrável.

Só que um dia, durante a apresentação para um grupo de estudantes, ele fez o mesmo movimento, só que desta vez a janela cedeu e Garry caiu do vigésimo quarto andar. O vidro inquebrável não quebrou, mas a moldura dele acabou se soltando depois de tantos impactos.

A prova da inocência

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Clement Vallandigham foi um famoso advogado do século XIX nos EUA. Em 1871, ele foi chamado para defender um homem que estava sendo acusado de matar outro com um tiro na barriga. A defesa do réu tinha como plano mostrar que a vítima poderia ter se matado sozinha, enquanto manuseava a arma.

Para mostrar que tal coisa era possível, Clement preparou uma apresentação, onde demonstraria para os jurados como um disparo acidental poderia acontecer.

Durante a demonstração para seus colegas, Clement acabou disparando a arma apontada para sua barriga, mas ela não estava descarregada, como ele imaginou. No dia seguinte, o advogado morreu, mas seu cliente foi absolvido, afinal seu advogado havia provado (até bem demais) seu ponto.

Morto por não morrer

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John Kendrick foi um famoso capitão dos mares americano. Suas habilidades em batalha eram lendárias, tanto que, em 1794, ele foi homenageado por essas capacidades e também pela sua grande sorte de nunca ter sido atingido no mar.

Um dos atos em sua homenagem previa o disparo de 13 tiros de canhão. Porém um dos canhões estava mal calibrado e o navio onde John estava foi atingindo, matando o capitão, que comemorava sua habilidade de não morrer.

via: minilua

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