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22 imagens atrás das carteiras de cigarro no Brasil e no mundo

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Você deve lembrar de uma das imagens que fizeram as pessoas pararem de fumar. Nós estamos falando das imagens que começaram a ser exibidas nas carteiras de cigarro em 2003 aqui no Brasil e em vários outros países do mundo.
Separamos várias imagens de vários países que usam essa ação para tentar reduzir o número de fumantes, mas principalmente evitar novos fumantes. Confira as imagens na galeria abaixo e ATENÇÃO: Imagens não são recomendadas para menores de 18 anos.
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Imagem usada no Canadá – Em 24 de outubro de 2003 a Anvisa publicou a resolução que permitia o uso de imagens mais fortes como advertência nas carteiras.
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Imagem usada na Bolívia – Além das ilustrações, as embalagens trazer o seguinte alerta: “Este produto contém mais de 4.700 substâncias tóxicas, e nicotina que causa dependência física ou psíquica. Não existem níveis seguros para consumo dessas substâncias”.
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Imagem usada no Brasil – As publicidades de cigarro ficaram restritas aos locais de venda e com a seguinte mensagem: “Este produto contém mais de 4.700 substâncias tóxicas, e nicotina que causa dependência física ou psíquica. Não existem níveis seguros para consumo dessas substâncias”.
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Imagem usada na Tailândia – Segundo estudo da Unifesp, em 2013, o índice de fumantes no Brasil caiu 20% em seis anos.
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Imagem usada na Tailândia – Em 2012, 15,6% da população brasileira declarou ser fumante, enquanto o índice do primeiro levantamento, feito em 2006, era de 19,3%. A queda foi maior entre os adolescentes (45%), de 6,2% em 2006 para 3,4% e, 2012.
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Imagem usada no México – Embora o número de fumantes tenha diminuído, a pesquisa também mostra que entre os que continuaram consumindo tabaco, o hábito se intensificou. A média de consumo diário de cigarros em 2006 era de 12,9 para 14,1 em 2012.
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Imagem usada no Peru – O estudo estima que o país tinha 20 milhões de fumantes em 2012. A redução entre a população adulta foi de 19%. Em 2006, 20,8% dos adultos afirmaram fumar. Em 2012, foram 16,9%.
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Imagem usada em Djibouti – Os homens continuam fumando mais do que as mulheres. Mas o número de homens que deixou de fumar foi maior em 2012 (22%) do que a diminuição do tabagismo entre as mulheres (13%).
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Imagem usada no Reino Unido – A dependência química entre as mulheres é maior do que entre os homens, explica Clarice Madruga, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo.
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Imagem usada no Irã – “Existe uma questão biológica. Os hormônios sexuais nas mulheres atrapalham o tratamento e qualquer dependência se manifesta de forma mais severa no gênero feminino”.
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Imagem usada no Brasil – O Lenad também detectou que o fumo diminuiu em todas as classes sociais, com exceção da classe A. Entre a parcela mais rica da sociedade, o consumo de tabaco aumentou 110% e quase dobrou o índice de 2006.
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Imagem usada no Brasil – Entre as regiões do país, o Sul apresenta maior parcela de fumantes de sua população (20,2%), embora também tenha sido a região em que ocorreu maior diminuição (23%) em relação aos índices de 2006.
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Imagem usada na Rússia – Em seguida estão as regiões Sudeste (17,7%), Centro-Oeste (17%), Norte (14,4%) e Nordeste (14,2%).
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Imagem usada no Uruguai – Os dados mostram que mais da metade dos menores de idade no Brasil (62%) diz não encontrar nenhuma dificuldade para comprar cigarros. 55% dos menores compram em bares e 15% em lojas e shoppings.
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Imagem usada na Tailândia – Mais da metade dos fumantes (67,8%) relatam ser difícil ou muito difícil passar um dia sem fumar. 63% afirmam que já tentaram largar o vício, mas não conseguiram. Outro indicador de dependência apontado pelo estudo mostra que 1 a cada 10 fumantes afirmam fumar o primeiro cigarro em menos de 5 minutos depois de acordar.
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Imagem usada em Maurícia – Em relação à procura por tratamento para parar de fumar, o Lenad mostrou que apenas 7,3% dos fumantes já procurou ajuda profissional e que entre os ex-fumantes o índice foi menor, de 5,4%. No entanto, 21% dos fumantes acreditam que fumar não é tão prejudicial para a saúde quanto dizem.
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Imagem usada no Canadá – Em relação às advertências impressas nos maços de cigarros, o estudo mostra que de alguma maneira elas impactam uma parcela entre os fumantes. Entre os entrevistados, 18% dizem que cobrem a figura, 17% afirma tirá-la de vista, 11% colocam os cigarros em outros pacotes e 7% declara não comprar maços específicos.
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Imagem usada na Bolívia – Entre os não fumantes, o índice de aprovação é de 88%, enquanto entre os fumantes é de 77%.
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Imagem usada na Venezuela – Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, em 2013, também revelou a queda de 20% no índice de fumantes em seis anos.
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Imagem usada em Bahrein – Em 2006, o índice era de 15%.
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Imagem usada na Índia – A meta do governo é que, até 2022, o país chegue a 9%. Em 2016, uma nova mensagem de alerta deve vim na parte da frente da carteira: “Esse produto causa câncer. Pare de fumar, disque 136″, diz a mensagem que ocupara cerca de 30% da carteira.
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via: popxd























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