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Esse é o resultado da picada de uma aranha viúva negra

Enquanto pendurava as roupas secas sobre o ombro, uma dor que ele descreve como “um raio”, foi sentida na parte de trás de sua cabeça, fazendo-o gritar. Seu irmão logo notou que havia uma aranha morta entre as roupas, parecendo ser uma falsa viúva negra.

Ele espremeu todo o veneno que pôde, mas uma grande parte da pele, em torno da picada, ficou preta, cobrindo toda a extensão do pescoço, mais de 15 centímetros acima e abaixo do local. Após mais de uma semana depois, a pele enegrecida descascou, mas a área ainda está avermelhada, dificultando sua capacidade de virar a cabeça e dormir.

Dade, de 33 anos, vive em Londres, na Inglaterra, e se diz surpreendido com o ocorrido: “Eu não tinha medo de aranhas, antes, mas agora tenho. Eu já quebrei duas vértebras em um acidente, já fui picado por uma abelha, e essas coisas não foram nada comparadas a isso. A picada da aranha foi um milhão de vezes pior, era como se tivesse sido atingido por um raio. Eu comecei a tremer as pernas e os braços incontrolavelmente. Corri para a casa chorando e gritando para o meu irmão mais novo me ajudar”, descreveu.

Dade disse que, inicialmente, tentou suportar a dor, mas no dia seguinte, ao visitar seu médico, ele o mandou direto para a emergência. Ele recebeu antibióticos, mas sua pele continuou ficando preta. Apenas após alguns dias ela começou a descamar.

Dade jogou a aranha morta longe, mas os médicos confirmaram o ataque de uma falsa viúva negra, observando que tais incidentes são raros na Inglaterra. O clima de verão quente, sem grave seca ou inundação, pode propiciar um ambiente de proliferação para a espécie da aranha. 

Dias antes, em Bradford, também na Inglaterra, houve uma suspeita de ataque de uma falsa viúva negra com a estudante Amelia Nielsen, de 13 anos, que desenvolveu uma cicatriz do tamanho de uma bola de golfe em sua bochecha, além de uma infecção potencialmente fatal, após ser picada enquanto dormia.
Via: Jornal Ciência

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