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5 erros médicos assustadores do passado

1 – Parasitas intestinais

Muitas pessoas ainda são infectadas com larvas de parasitas até hoje, mas no século 18 a coisa era bastante pior. Um prontuário médico de 1782 relatou o caso de um paciente que tinha um verme de meio metro de comprimento e de quatro centímetros de diâmetro dentro de seu intestino. No documento, havia a informação de que o paciente precisou pedir a ajuda de um amigo para puxar o verme de seu orifício anal. Pois é.

O “bichinho” tinha aparência assustadora, uma mandíbula gigante e, na medida em que se mexia dentro do intestino do pobre coitado, provocava dores realmente fortes. Era maior e mais feio do que uma tênia.


2 – A pior infecção urinária de todas

Em 1838, você certamente não gostaria de estar no lugar de um paciente norte-americano cujo caso foi reportado no Medical Sciences. Basicamente, um homem de 23 anos estava sofrendo do que acreditava ser “apenas” uma infecção urinária. Depois de alguns dias fazendo xixi com sangue e pus, o paciente simplesmente ficou sem conseguir mais urinar.

A agonia do homem era tamanha que os médicos resolveram passar um cateter por sua uretra e, antes de terminarem o procedimento, encontraram um pequeno corpo no canal urinário do paciente – algo do tamanho de uma ervilha. Assim que “a coisa” foi retirada, um coquetel de sangue, pus e urina começou a vazar pelo pênis do homem. Depois do terror, a surpresa: a “coisa” era nada mais nada menos que um besouro vivo. O mais bizarro é que há mais registros de casos semelhantes na mesma época.


3 – Aranhas nos olhos

Em 1840, mais um prontuário bizarro e assustador foi registrado. Uma mulher foi ao médico com os olhos incrivelmente inchados, e tudo o que ela se lembrava era de que, na noite anterior, quando estava deitada para dormir, sentiu que algo leve, como um mosquitinho, havia caído em seu rosto.

Assim que o médico examinou seus olhos, descobriu uma aranha vivendo na cavidade ocular, o que por si só já é algo absurdamente perturbador. Acontece que alguns dias depois do terrível diagnóstico, a mulher voltou a procurar ajuda médica e mais aranhas foram encontradas vivas dentro do seu olho.

Pelas próximas semanas, o médico visitou a paciente todos os dias e, diariamente também, retirava pequenas aranhas de seus olhos. O caso ficou famoso na cidade onde a mulher vivia e, depois de dois meses de visitas diárias e retiradas constantes de pequenas aranhas, os moradores acreditavam que a primeira aranha havia deixado alguns ovos no olho da paciente.

Como sabia que isso não poderia acontecer e que dificilmente nasceria uma aranha por dia, durante 60 dias, o médico chegou à conclusão de que a mulher sofria algum tipo de doença mental, que a fazia colocar aranhas dentro do próprio olho, todo dia, para que, assim, recebesse atenção.


4 – As superbactérias de antigamente

Quando falamos em superbactérias, pensamos em condições modernas de saúde, já que o tema está geralmente envolvido com resistência a antibióticos e internamentos hospitalares. Acontece que um levantamento recente revelou que as superbactérias podem não ser tão modernas assim – e quando falamos em “não tão modernas”, estamos querendo dizer que nossos ancestrais da Era do Gelo, que viviam onde hoje é o Canadá, morreram graças a esse tipo de bactéria poderosa.

A pesquisa revelou também que essas bactérias encontradas em Dawson City têm pelo menos 30 mil anos de idade e estão sem ver a luz solar há alguns milênios, o que sugere que muito tempo antes de os humanos terem inventado os antibióticos, as bactérias já tinham seus mecanismos de defesa – bastante eficazes, por sinal.


5 – O caso do garoto que vomitou um feto

Dr. Ardoin, um médico francês que vivia na Grécia, relatou em 1835 o caso de um garoto, Demetrius Stamatelli, que vomitou um feto. Como se isso não fosse bizarro o suficiente, é bem possível que o feto que saiu pela boca do pequeno Demetrius fosse seu irmão gêmeo.

Nossa fase embrionária é bastante complexa, e há inúmeros registros de casos de gêmeos parasitas, que é o que acontece quando o desenvolvimento de um dos fetos é interrompido e esse feto nasce “grudado” ou dentro do corpo do irmão. 

Às vezes a pessoa nem sabe que tem vestígios embrionários de um irmão gêmeo no próprio corpo. Em outras vezes, é necessário fazer algum tipo de cirurgia de remoção e, agora com o caso de Demétrius, sabemos que já existiu até mesmo quem tenha vomitado o corpo do próprio gêmeo parasita. De acordo com Dr. Ardoin, possivelmente o feto foi parar no abdômen do paciente através do cordão umbilical. E você aí, achando que já tinha visto de tudo nessa vida...



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