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90% dos Pais Estão Fazendo Seus Filhos Ficarem Viciados

Você se lembra de que antigamente os pais se sentavam com seus filhos, para falarem sobre drogas? Pois é! Esse papo era fundamental para assegurar que o jovem tomasse cuidado com as escolhas que iria fazer deste momento em diante.

Porém, hoje em dia as coisas não são mais assim e muitas pessoas se encontram viciadas. Não é sobre drogas como cocaína, maconha, LSD, etc., que falamos: e sim de uma doença real, chamada Demência Virtual.

Os médicos começaram a soar o alarme sobre essa demência em 2007. Seus estudos têm mostrado que a cada ano mais e mais crianças sofrem de distúrbios de atenção, perda de memória, falta de autocontrole e até mesmo depressão.


Esses desvios são típicos para a geração digital de crianças, mas os sintomas são quase os mesmos que a demência senil ou quando há uma lesão cerebral traumática grave.

Os cientistas estimam que uma criança de 7 anos de idade passa para as telas de TV, tablets e telefones mais de um ano seguido, ao somar o tempo em que ficam nesses dispositivos. E isto apesar do fato de que 3 anos são direcionados ao ato de dormir e comer. Aos 18 anos, a criança terá em média gasto 4 anos com o mundo virtual.

Mesmo que as pessoas argumentem que as crianças de hoje são muito mais capazes, e que os aparelhos são melhores para se desenvolver, sabemos que a tecnologia é algo recente e que o cérebro humano era da mesma forma a que era mil anos atrás. Seria uma ‘digestão rápida’ comparada à evolução que demorou milhares de anos.

A chamada demência digital nada mais é do que uma deterioração nas habilidades cognitivas, como ocorre com as pessoas que sofreram traumatismo craniano ou doença psiquiátrica. Mesmo que a criança possa encontrar muita informação útil na internet faz-se a necessidade de uma dosagem no uso destes aparelhos eletrônicos, posto que é importante que o cérebro de uma criança se desenvolva junto com outras competências que envolvem habilidades físicas e sensoriais. 

Segundo especialistas, desde 1970 o raio de atividade das crianças diminuiu em 90%, fora o tempo que os pequenos ficam ao celular e não dormem adequadamente.

O comportamento dos pais, por outro lado, surge pela insegurança de que a criança possa se machucar ou o adolescente possa fazer algo errado e com isso não permitem o seu desenvolvimento pleno, em conformidade com sua idade.

Por essa razão vale a pena investir o seu tempo em conversas sobre a nova droga da sociedade moderna, como também vigiar seus filhos – principalmente as crianças muito pequenas – em relação à tecnologia.

No vídeo abaixo você verá um documentários sobre o vício em aparelhos eletrônicos:

Fontes: ofigenno.com / misteriosdomundo.org
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