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O Que Fazer Com os Nossos Fracassos?

O fracasso é visto como algo puramente negativo, evitado ao máximo e escondido na maior parte das vezes. Mas, fracassos são bons?
Os fracassos, embora desagradáveis, são naturais e podem ser muito úteis. Os erros fazem parte do processo de aprendizagem, não nascemos sabendo tudo. Mesmo tentando acertar, erramos muitas vezes, e o principal não é se erramos ou não, porque como diz o ditado errar é humano, mas sim o que fazemos com os nossos erros. Como eu lido com aquilo que saiu totalmente ao contrário do que eu gostaria?

Ter espaço para falar disso com naturalidade e refletir sobre o que saiu errado pode nos trazer um excelente crescimento, mas geralmente temos vergonha e buscamos esconder o fracasso até de nós mesmos. A consequência disso é que, além de desperdiçarmos uma oportunidade de mudança íntima, gastamos muita energia tentando evitar o fracasso a qualquer custo e também encontramos dificuldade em suportar as falhas do outro. Aceitar que somos falíveis nos torna mais humanos conosco e com o mundo.

O fracasso não significa desistir?

Depende. O fracasso pode significar o fim de um caminho, mas também a possibilidade de um novo. Tudo é uma questão de onde se quer chegar e a energia empregada nisso. Quando falamos de trabalho, de uma profissão que é a nossa vocação, como o caso do Eduardo, os erros passados mostram o que não é bom, o que deve ser evitado e, assim, nos aproximamos mais do caminho do sucesso. O problema é quando encaramos o fracasso como o fim da linha, e nos depreciamos por isso.

Se associamos o fracasso ao fim, é natural que não queiramos aceitá-lo, mas se compreendemos que ele é parte fundamental do sucesso, a chance de um novo caminho mais bem planejado surge, e os erros poderão ser vistos de forma mais natural, utilizados para enriquecer a nossa vida e possibilitar importantes conquistas.

“Muitas vezes nossos erros nos beneficiam mais do que nossos acertos. As façanhas enchem o coração de presunção perigosa; os erros obrigam o homem a recolher-se em si mesmo e devolvem-lhe aquela prudência de que os sucessos o privaram” (François Fénelon).

Podemos aprender com o fracasso e refazer nossa vida da melhor maneira possível. Veja neste vídeo:

Fonte: psicologiasdobrasil.com.br
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