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Como os Seres Humanos Irão Parecer no Futuro?

Se temos uma pequena certeza na vida é de que o futuro é incerto. Por mais que existam previsões acertadas e expectativas criadas por pesquisas, é difícil poder apontar garantias para os dias mais distantes. E quando mais distante é o futuro, mas difícil fica realizar a previsão. Ainda assim, podemos brincar de especulação.

Entre 800 mil e 200 mil anos atrás, várias mudanças climáticas coincidiram com o aumento do cérebro e do crânio humano, deixando a espécie com uma face mais achatada, por exemplo. Com base nessas mudanças do passado e na realidade que vivemos hoje, o que será que podemos esperar para a aparência humana num futuro distante?

O artista e pesquisador Nickolay Lamm realizou um projeto em parceria com um geneticista para ilustrar como os seres humanos devem se parecer dentro 20 mil, 60 mil e 100 mil anos no futuro. Vamos conferir!

Homem e mulher de aparência comum, segundo padrões atuais

Em suas previsões Lamm fala de uma espécie de controle que pode nos permitir alterar habilidades e características da biólogo por meio da engenharia de genoma. A partir da tese e de discussões com o Dr. Alan Kwan, PhD em genética computacional, eles apresentaram uma série de previsões que começam principalmente nas testas humanas.

A dupla observou que a região está em expansão desde o século 14, com cientistas observando os humanos possuem menos características em destaque na face, mas testas maiores.

Em 20 mil anos, humanos terão testas maiores e olhos alterados por engenharia genética ou lentes tecnológicas

Para Kwan, em 60 mil anos, a nossa habilidade de controlar o genoma humano vai começar a afetar a nossa aparência. Assim que a engenharia de genes se tornar norma, os humanos irão se modificar de acordo com as preferências vigentes.

Os olhos podem ficar maiores por conta da exploração de regiões mais distantes do Sol, no Sistema Solar e pela necessidade de interação com aparatos tecnológicos extremamente visuais. Além disso, a pele vai precisar de mais pigmentação para resistir à radiação ultravioleta fora da proteção da camada de ozônio da Terra.

Em 60 mil anos, as cabeças ficarão ainda mais largas, as peles mais escuras e os olhos bem maiores.
Com o tempo, Kwan acredita que o rosto humano vai refletir “total controle sobre a genética morfológica humana. O rosto humano vai ser fortemente baseado em características que as pessoas consideram atraentes: linhas fortes, nariz reto, olhos intensos e um alinhamento que segue proporções áureas e simetrias.

Os olhos irão ficar verdadeiramente largos em comparação com o padrão atual. Outras funções também serão percebidas como narinas mais abertas para a respiração em ambientes fora do planeta e cabelos mais densos para evitar a perda de calor nas cabeças maiores.

Em 100 mil anos, o rosto humano vai se aproximar de aspectos mais simétricos que parecem saídos de um anime

Além das mudanças físicas, pais podem precisar conviver com dilemas incomuns hoje em dia. Os debates podem envolver a necessidade de modificações nos bebês ou a manutenção de DNA natural e original. Cada família vai ter a opção de escolher manter seus filhos como foram criados ou promover mudanças por meio da engenharia.

O que achou da proposta de seres humanos do futuro que a dupla de pesquisadores desenvolveu? É claro que isso é apenas uma suposição com base em observação do passado e teorias sobre o futuro, mas é bem possível imaginar que a gente realmente chegue nesse nível.
Fonte: forbes.com / fatosdesconhecidos.com.br
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