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Médicos Que Fazem a Diferença - O Dom de Salvar Vidas

Vontade de ajudar ao próximo e vocação para a profissão são apenas algumas das características desses profissionais que vivem em função de salvar vidas.
Trabalhar 24 horas por dia, encontrar forças mesmo na adversidade e não se deixar envolver emocionalmente com o estado de um paciente. Essas são apenas algumas das características que tornam os médicos profissionais que carregam uma espécie de dom e têm uma missão: salvar vidas, não importando de quem estamos falando ou quais esforços precisem ser empreendidos.
Sabemos que muitas vezes as condições são bastante adversas. Apesar das melhorias que a saúde em geral tem recebido ao longo dos últimos anos, especialmente por conta da tecnologia e da telemedicina - que se utiliza de metodologias como a telerradiologia - ainda assim as condições de saúde em muitas regiões brasileiras estão muito longe de serem as ideais.
Em alguns hospitais faltam médicos. Onde há médicos, as condições são precárias e faltam leitos, faltam medicamentos e muitas vezes os salários não estão em dia. Porém, o que não falta na maioria das vezes é força de vontade, fé, garra e determinação para superar as adversidades e terminar o dia com mais uma vida salva no currículo.
Acreditando no impossível
Mostrar a abnegação de alguns médicos e o seu empenho em busca das melhores soluções possíveis para salvar uma vida é o tema da mais nova série exibida pelo Fantástico, da Rede Globo. O quadro “Tudo Pela Vida: Quando o Remédio é Tentar o Impossível” é apresentado pelo médico Dráuzio Varella, ele também um dos nomes mais importantes da medicina brasileira.Vontade de ajudar ao próximo e vocação para a profissão são apenas algumas das características desses profissionais que vivem em função de salvar vidas
Por trás dos problemas habituais de um pronto-socorro lotado e de condições de atendimento abaixo do mínimo necessário, muitas vezes existem profissionais driblando todos esses inconvenientes, de forma a garantir o melhor atendimento possível para o paciente. Esse trabalho muitas vezes não é reconhecido e esses heróis permanecem anônimos na sociedade.
Quando tudo parece falhar
Apesar dos pesares, especialistas da área são praticamente unânimes em afirmar que o sistema de saúde brasileiro não apenas funciona, como também pode ser considerado um dos melhores do mundo. O problema é que nem sempre existem recursos disponíveis para atender a todos aqueles que procuram uma emergência.
As condições precárias, nesse caso, são apenas mais um entrave com o qual os profissionais de saúde precisam lutar. Há situações em que parece não haver esperança para o paciente, mas ainda assim esses médicos não desistem e buscam fazer o melhor possível. Tecnicamente, enquanto houver vida há esperança de que alguma coisa possa ser feita, e a missão desses profissionais consiste em não desistir.
Ideal acima de tudo
Por mais que a profissão de médico ainda seja vista, de certa forma, como uma carreira cercada por glamour, nem sempre é assim que as coisas se desenrolam. O primeiro grande desafio começa antes mesmo da faculdade, na hora de prestar o vestibular. Os cursos de medicina em geral estão entre os mais concorridos nas universidades públicas, de forma que é preciso estudar bastante para conseguir uma vaga.
No caso das universidades particulares, o problema maior é o alto valor da mensalidade, de maneira que o profissional interessado em medicina precisa se trabalhar em dobro para conseguir pagar seus estudos e os livros do curso – que também estão entre os mais caros. Se essas etapas forem vencidas, é hora de se dedicar a pelo menos cinco anos regulares de estudos.
A longa duração do curso não termina por aí. Antes de estar apto a exercer a profissão é preciso fazer residência médica, ou seja, trabalhar por pelo menos um ano antes de estar apto a colocar as mãos no diploma. Só que um médico “apenas” com um diploma em mãos tem menos oportunidades do que um especialista. Ou seja, é hora de escolher uma área e se dedicar mais um ou dois anos até a conclusão da especialização.
Vocação: salvar vidas
Mais do que apenas o conhecimento técnico, os profissionais de medicina devem ter características humanitárias muito marcantes. O que leva alguém a tentar tudo que estiver ao seu alcance para salvar uma vida se não uma boa dose de esperança e um forte desejo de querer fazer o melhor. Para muitos, ser médico é deixar de ser mais um na multidão para se tornar aquele que faz a diferença na vida de alguém.
Mais do que contar com uma infraestrutura completa em um grande hospital, o que se vê na realidade do dia a dia são os “ilustres desconhecidos” fazendo mais do que podem e lutando contra todas as adversidades possíveis para salvar uma vida a mais no final do dia. Individualmente, há muito esforço e dedicação em cada atendimento de emergência, características essas que muitas vezes passam batidas pela sociedade.
Um minuto pode fazer diferença
Por fim, não podemos deixar de mencionar a importância da agilidade desses profissionais. Em casos de atendimento de emergência, por exemplo, um minuto que possa ser ganho em qualquer parte do processo de atendimento é suficiente para fazer toda a diferença na hora de salvar uma vida. Os médicos sabem disso e por isso comemoram a oportunidade que têm de ver a tecnologia ajudando a salvar mais vidas.
Um dos exemplos que podemos citar é o das centrais de telerradiologia, que muitas vezes conseguem emitir laudos a distância em situações emergenciais em menos de uma hora. Em alguns casos, basta esperar 20 minutos até que se tenha o resultado mais preciso possível para proceder um tratamento. São pequenos procedimentos como esse que fazem muita diferença no final do dia.
Para um médico que vê diante de si um paciente agonizando, um minuto pode ser uma eternidade, portanto, nada melhor do que sempre contar com os melhores métodos para que no fim do dia, ele possa comemorar o cumprimento de mais uma missão.
Fonte: DiagRad
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