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Microfisioterapia - Método Que Trata Ansiedade e Enxaqueca Sem Nenhum Medicamento?

A preocupação excessiva com o futuro que foge do controle e ultrapassa os limites psicológicos, causando problemas físicos, é uma das características mais comuns de um quadro de ansiedade.

A condição, além de sofrimento emocional, ainda pode provocar falta de ar, palpitação, sudorese e cansaço mental. Terapia e tratamento medicamentoso costumam ser indicados para aliviar os sintomas, mas um novo método tem se tornado cada vez mais popular por tratar a doença de forma natural: a microfisioterapia.

Como funciona a microfisioterapia

De acordo com o fisioterapeuta Fábio Akiyama, pós-graduando em técnicas osteopáticas e terapia manual, a microfisioterapia é uma técnica que estimula a cura pelo toque.

O método, que também ajuda a combater enxaqueca e estresse, incita o corpo a identificar o agressor e reprogramar suas células para combatê-lo.

A microfisioterapia parte da premissa de que os tecidos são marcados por uma combinação de traumas físicos, químicos e psicológicos. A técnica, portanto, consiste em analisar o ritmo vital de todos os tecidos, como mucosas e músculos, para diagnosticar, tratar e prevenir os desequilíbrios que geram doenças ou desconfortos.

O profissional explica que cada sessão de microfisioterapia dura cerca de uma hora e abrange "mapeamentos" e estimulações do corpo do paciente por meio do toque, o que permite que o tecido reaja ao evento traumático.

Ao contrário da medicina tradicional e de tratamentos baseados em remédios, a microfisioterapia, assim como homeopatia e outras terapias holísticas, tem como objetivo combater as principais causas das doenças e não somente os seus sintomas.
Fonte: vix.com

Coma Alcoólico - Quando a Pessoa Bebe Além dos Limites do Corpo

Muitas pessoas não sabem, mas para estar em coma alcoólico não é necessário estar inconsciente.

Considera-se coma alcoólico quando a pessoa ultrapassa os limites de álcool no sangue deixando o corpo no limite. Se não for atendido rapidamente, pode ser fatal. Por isso, é considerado um estado grave de saúde e é preciso saber o que fazer.

O hepatologista Rogério Alves, do Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo explicou que entre outras substâncias, o fígado é o responsável por metabolizar o álcool e transformá-lo em glicose, o “combustível” que faz as células funcionarem. Assim quando a pessoa ingere muito álcool, o fígado perde a capacidade de sintetizar a substância e metabolizar a glicose, o que leva a uma intoxicação aguda de álcool no organismo e, consequentemente, ao coma alcoólico.

O cérebro é o primeiro órgão a sentir os efeitos da intoxicação. Isso porque, o cérebro precisa de muita glicose para trabalhar e como o fígado perde a capacidade de sintetizar essa substância, falta glicose no cérebro. Um homem adulto saudável precisa de uma hora para metabolizar uma dose de álcool. Já as mulheres, precisam do dobro do tempo.

Ao mesmo tempo que pequenas doses de bebidas alcoólicas causam desinibição e euforia. As altas doses têm efeito inverso. A pessoa fica sonolenta, inativa. Se ela continuar ingerindo álcool, acabará tendo uma depressão profunda no sistema nervoso central, o que pode causar uma parada cardíaca e respiratória.

Quando pode ser coma alcoólico

Quando ocorre a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas e tóxicas para o organismo, podem surgir sintomas como: Desmaio ou perda de consciência; Sonolência excessiva; Dificuldade em articular palavras ou frases; vômito; dificuldade em andar reto e se manter de pé.

O que fazer

Quem está junto a pessoa que exagerou na bebida precisa ficar de olho na frequência respiratória. Se a respiração diminuir muito, tem que levar para o hospital imediatamente. Um indivíduo que está entrando em coma alcoólico tem dificuldades para respirar, por isso, é preciso que haja um suporte respiratório adequado no momento do socorro.

Quando o coma alcoólico se instala, somente um serviço médico conseguirá manter a respiração e a taxa de glicose, até que o fígado consiga limpar o organismo. Não adianta ficar dando açúcar, nem café, tem que levar para o hospital.

Até que a pessoa seja levada ao hospital ou que aguarde a chegada do SAMU, deve-se mantê-la deitada de lado, na chamada posição lateral de segurança para evitar possíveis sufocamentos com vômito. A roupa e acessórios devem ser afrouxados.
Fontes:  tuasaude.com / noticias.uol.com.br

O que é a associação livre? Freud Explica!

A associação livre é uma ferramenta da psicanálise criada pelo próprio pai deste campo clínico, Sigmund Freud. 

Consiste em convidar o paciente a expressar tudo aquilo que passe pela sua mente durante uma sessão de terapia. A intenção é que haja o menor número de filtros possível ou de preconceito entre o que o paciente pensa e o que ele diz ao terapeuta.

A associação livre tem seus fundamentos teóricos, assim como toda uma técnica. Há formas específicas de aplicação e também objetivos. É a técnica primordial da psicanálise utilizada em diversos contextos. Um deles é a aplicação de testes projetivos, como o teste de Rorschach e o teste de a percepção temática (TAT).

História da associação livre

Sigmund Freud desenvolveu e foi aperfeiçoando esse conceito ao longo do tempo. Isso se deu entre os anos de 1892 e 1898. Freud foi substituindo progressivamente o método da hipnose e o método catártico – que utilizava no início – pela associação livre. Essa evolução foi motivada por um objetivo muito concreto: evitar que o paciente fosse sugestionado.

A partir de uma intervenção com uma de suas pacientes, a senhora Emmy Von N, em 1982, Freud começou a criar o método da associação livre. Essa paciente pediu diretamente a Freud que ele parasse de intervir em seu discurso, e que a deixasse falar livremente.

Posteriormente, em sua obra “O método psicanalítico” de 1904, Freud explica as razões pelas quais teria abandonado a hipnose. A partir dos trabalhos de Breuer, outro psicanalista, Freud se dá conta de que a hipnose produzia resultados apenas parciais e transitórios.

Ao contrário, o método da associação livre suprimia as resistências do paciente. Desse modo, o acesso ao material inconsciente, como as lembranças, afetos e e representações, era muito mais confiável. Além disso, os efeitos alcançados pela associação livre eram permanentes, com a vantagem de não colocar ninguém sob efeito da hipnose. Dessa forma, o método catártico e hipnótico foi definitivamente substituído pela associação livre. Esta se converteu na regra fundamental e meio privilegiado de acesso e investigação do inconsciente.

Fundamentos teóricos da associação livre

Quando uma pessoa fala, ela faz uma seleção das palavra que quer utilizar para criar um sentido coerente com a mensagem que pretende compartilhar. Apesar desse processo de seleção, que é mais ou menos rápido, costumam aparecer falhas na linguagem. Alguns exemplos são os lapsos de linguagem, esquecimentos, repetições, etc. Estas falhas nas conversas fora do contexto terapêutico não costumam ser analisadas. No contexto analítico, porém, elas têm enorme importância.

Precisamente, no contexto analítico essas falhas são entendidas como uma manifestação do inconsciente. É como se, de algum modo, o conteúdo ultrapassasse a barreira defensiva do inconsciente da pessoa. Algo parecido acontece com a associação livre.

O paciente, ao se ver liberado pelo terapeuta de qualquer controle, de necessidade de disciplina e de dar um sentido lógico a suas ideias, cai no cenário perfeito para se deixar levar pelo inconsciente. Este adquire força, chega à mente, e se expressa na linguagem. A barreira defensiva, as resistências, são enfraquecidas, e é possível então ter acesso ao conteúdo inconsciente.

Para Freud, expor as resistências e então analisá-las é completamente essencial para alcançar o inconsciente e a cura. Isso só acontece por meio da associação livre. Junto à associação livre, a interpretação dos sonhos e a análise de outros atos falhos são as três técnicas essenciais da clínica analítica. Sendo assim, a associação livre se torna imprescindível, tanto que para Freud é a técnica que mais identifica a psicanálise. É a técnica que a diferencia de forma mais marcante de outras abordagens terapêuticas.

Como acontece a associação livre?

A associação livre pode surgir espontaneamente ou ser induzida a partir de um sonho, fantasia ou qualquer outro pensamento. Para que ela ocorra, no entanto, e para que realmente se configure como uma associação livre, são necessárias algumas condições.

Uma delas é que haja uma confiança na relação com o analista. Na psicanálise, essa confiança é chamada de transferência. Outra condição é que se tenha compreendido que o discurso analítico está em um lugar diferente do que uma simples conversa habitual fora do contexto da consulta. Nada do que é dito numa sessão será julgado, nada está certo ou errado. Tudo que é falado é válido.

No momento em que o paciente se deixa levar por seus pensamentos e consegue expressá-los abertamente com seu analista, o inconsciente se expressa. As representações inconscientes afloram, são permitidas, e podem então ser analisadas, interpretadas e trabalhadas. Obtendo acesso ao material inconsciente, é possível elaborá-lo de maneira consciente. O objetivo dessa elaboração é que o conteúdo deixe de ser uma fonte de mal-estar ou de conflito.

Como facilitar a associação livre?

Podemos concluir que a associação livre surgirá com mais facilidade se o paciente se sente cômodo tanto no espaço analítico quanto com seu analista. Deve haver também a menor estimulação possível pelo ambiente que o rodeia. Classicamente, usa-se o divã para tanto. Nele, o paciente se encosta e o analista fica fora de seu campo de visão, evitando assim que o paciente se sinta observado, julgado, e possa então se concentrar completamente em suas associações.

O enunciado que o analista dá para o paciente é muito simples. Por exemplo: “diga qualquer coisa”. Ou: “diga tudo o que surgir na sua mente, como uma imagem ou qualquer lembrança que se apresente”. A partir daí, o paciente tem absoluta liberdade para expressar tudo aquilo que passe por sua mente. Ele não deve se preocupar em fazer um discurso elaborado ou em agradar seu analista. Finalmente, a prática de uma boa associação livre permitirá uma análise que renda muitos frutos e, em última instância, uma melhora subjetiva do estado do paciente.

Por que a hipnose foi abandonada?

Com a hipnose, alcançava-se sim o material inconsciente. O problema era que, na maioria das vezes, quando o paciente saía do estado hipnótico, ele não se lembrava conscientemente do que havia dito. Desse modo, voltavam para o jogo de resistências. O resultado era a palavra do analista contra a palavra do paciente, criando assim um embate.

Por outro lado, como a associação livre acontecia em um estado de plena consciência, esse embate não era criado. Não restava opção ao paciente senão incorporar o falado e tentar lidar com aquilo que havia dito e que chamou a atenção do analista.

Sob o estado hipnótico o material inconsciente era acessado, mas novamente reprimido após o término da hipnose, e o paciente poderia duvidar do analista. Com a resistência novamente agindo, isso provavelmente aconteceria. Isso dificultava muito o trabalho do analista e colocava a transferência entre o paciente e o terapeuta em perigo.
Fonte: amenteemaravilhosa.com.br

Frieiras e Micoses - Como Prevenir e Tratar

Veja algumas dicas para prevenir frieiras e micoses e deixar os pés livres.

A prevenção de micose e frieira é uma alerta para quem vive com os sapatos fechados nos pés. Ambas as doenças se proliferam em ambientes quentes, úmidos e abafados. As micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, unhas e cabelos. Esses fungos podem ser encontrados no solo e em animais.

Para quem nunca viu, a micose é caracterizada por manchas brancas na pele, inflamação na tez ou acúmulo de pus no local. As regiões mais propícias são os pés, as virilhas e o couro cabeludo, pois contêm um maior número de fungos por conta da umidade, calor e oleosidade.

Já as frieiras são alterações da pele que ocorrem em áreas de dobras cutâneas, como axilas, virilhas e espaços entre os dedos dos pés e mãos.As frieiras deixam a área avermelhada, descamada e úmida. O quadro é, geralmente, acompanhado de muita coceira. Para prevenir micoses e frieiras, veja os cuidados necessários

Micose

A micose é uma doença contagiosa. Normalmente, o contágio acontece pelo uso de objetos pessoais de outras pessoas, materiais não esterilizados, contato prolongado com água, terra ou ambientes úmidos e, muitas vezes, pelo abafamento prolongado de roupas ou calçados, que podem ocasionar a proliferação de fungos. 

Tratamento

Podem ser usadas medicações antifúngicas locais sob a forma de cremes, loções e talcos ou até medicações via oral, mas isso vai depender da intensidade do quadro.

Cuidados para evitar a micose

- Secar-se muito bem após o banho, principalmente as dobras como axilas, virilhas e entre os dedos dos pés.
- Evitar ficar muito tempo com roupas molhadas.
- Evitar usar objetos pessoais de outras pessoas.
- Evitar mexer com terra sem usar luvas.
- Ficar atenta aos materiais utilizados na manicure. Todos devem estar esterilizados
- Evitar o uso de calçados fechados ao máximo.
- Evitar roupas muito justas. Para prevenir, prefira tecidos leves como o algodão.

Frieira

O contágio da frieira é comum em hábitos que podem favorecer o desencadeamento do quadro, como o uso prolongado de calçados fechados, a sudorese excessiva e o contato com ambientes ou utensílios coletivos. Se não tratada, a doença pode ser a 'porta de entrada' para bactérias oportunistas, ou evoluir para um quadro chamado erisipela, uma infecção grave de difícil tratamento.

Tratamento

A frieira deve ser tratada com medicamentos antifúngicos de forma local ou via oral dependendo do grau de acometimento.

Cuidados para evitar a frieira 

- Usar sapatos mais folgados, evitando-se os de bico fino.
- Cuidado também ao usar de meias de algodão, que podem abafar os pés.
- Secar sempre bem os pés após o banho.
- Evitar ambientes (pisos) úmidos de uso coletivo. Nessas situações, jamais esqueça o bom e velho chinelo de borracha!
Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br

Cisto Pilonidal - Abscesso na Divisão das Nádegas

Cistos pilonidais são mais comuns em homens jovens e tendem a surgir em pessoas que ficam sentadas por longos períodos, como motoristas de táxi ou caminhão.

O cisto pilonidal, também chamado de abscesso pilonidal, é uma lesão que ocorre habitualmente na parte superior da prega que divide as nádegas, logo acima do ânus. O cisto pilonidal é uma doença muito comum, que não costuma provocar maiores complicações, apesar de ser muito desconfortável e ter tratamento difícil em alguns casos.

O que é um cisto pilonidal

Um cisto é uma um saco fechado, formado por uma membrana, e com algum conteúdo no seu interior. A maioria dos cistos que surgem em nosso corpo contém líquido, como é o caso do cisto renal. Se no interior do cisto houver pus, ele passa a ser chamado de abscesso.

O termo pilonidal significa “ninho de pelos”. O cisto pilonidal recebeu este nome porque é muito frequente encontrarmos cabelo dentro do cisto. Os cistos pilonidais se formam preferencialmente na parte superior da prega que divide as nádegas, 4 a 5 cm acima do ânus, na região do cóccix, mas pode também aparecer em outros locais, como ao redor do umbigo, axilas ou couro cabeludo.
O cisto pilonidal é uma doença que ocorre predominantemente em homens jovens, entre os 15 e 25 anos de idade. Homens acima de 40 anos raramente desenvolvem esta doença.

Causas o cisto pilonidal

A origem do cisto pilonidal ainda não está totalmente esclarecida. Quando a doença foi descrita pela primeira vez, no início do século XIX, pensava-se que sua origem era uma má formação, que provocava a permanência de tecidos embriológicos na região subcutânea. Porém, um grande aumento da incidência da doença em soldados durante a Segunda Guerra Mundial levou a comunidade científica a repensar suas origens. Só no exército americano, mais de 80 mil soldados apresentaram casos de cisto pilonidal durante as batalhas.

Se era uma doença congênita, como poderiam tantos soldados desenvolvê-la em tão curto espaço de tempo?Atualmente, considera-se o cisto pilonidal uma doença que se adquire durante a vida. O mecanismo atualmente proposto seria a penetração de pelos para dentro da pele. Estes pelos se acumulam no tecido subcutâneo e provocam uma reação inflamatória, que leva a formação dos cistos. Em alguns casos, o pelo entra na pele e forma um pequeno canal subcutâneo antes de dar origem ao cisto.


Os cistos pilonidais costumam apresentar pelos, mas não conseguimos encontrar um folículo piloso, o que mostra que o cabelo não nasceu neste local, mas sim, foi empurrado até lá. Se junto com o pelo também houver invasão de bactérias, o cisto pode se infectar, formando pus. Como já explicamos, um cisto infectado dá origem a um abscesso.

O cisto pilonidal ocorre mais frequentemente em jovens, que costumam apresentar folículos pilosos mais amplos, facilitando a penetração do pelo para dentro da pele. Outros fatores de risco importantes são traumas na região do cóccix, atividades profissionais ou esportes que requerem muito tempo sentado, obesidade, excesso de pelos na região do cóccix ou ter uma prega das nádegas profunda. No caso da Segunda Guerra Mundial, a origem de tantos cistos pilonidais parece ter sido o tempo excessivo gasto em Jeeps, que mantinha os soldados sentados por muito tempo e ainda provocava pequenos traumatismos na região do cóccix devido ao instável terreno que os veículos andavam.

Sintomas do cisto pilonidal

O cisto pilonidal pode se apresentar de maneiras diferentes. Há casos de pequenos cistos que não se infectam e, portanto, permanecem assintomáticos por muito tempo. Há cistos que inflamam e formam uma espécie nódulo avermelhado, quente e doloroso por baixo da pele. Os cistos pilonidais podem criar um ou mais canais, podendo fistulizar para pele (formar canais com orifícios de saída na pele). Se o cisto estiver infectado, o pus do abscesso pode escoar por estes canais e drenar pela pele.

Os cistos inflamados podem apresentam dor e impedir o paciente de sentar. Febre não é comum e o paciente não costuma ter outras queixas além da lesão inflamada. Metade dos paciente tem uma doença aguda, com rápida formação de abscesso, enquanto a outra metade apresenta uma forma mais crônica, com fistulização e drenagem persistente de material purulento pelo orifício. Há relatos de que as formas crônicas, se negligenciadas, podem, após alguns anos, dar origem a um carcinoma de células escamosas, que é uma forma de câncer de pele. Esta complicação, todavia, é rara.

Tratamento e cirurgia para o cisto pilonidal

O tratamento do cisto pilonidal é cirúrgico. Antibióticos ou medicamentos não resolvem o problema de forma definitiva. Inicialmente, uma pequena incisão da pele sob anestesia local é suficiente para drenar o conteúdo do cisto. Este procedimento é simples e pode ser feito ambulatorialmente, fora de ambiente hospitalar.

O tempo de recuperação pode chegar a 5 semanas. O problema é alta taxa de recorrência.
Se o cisto retornar após a drenagem, uma cirurgia mais extensa pode ser necessária para a remoção completa do mesmo. Nestes casos, o tempo de recuperação é bem mais prolongado, chegando a três meses.

A forma cirúrgica mais efetiva é também a de pior recuperação. O cirurgião pode abrir a pele, retirar o cisto e deixar a ferida aberta, sem dar pontos, para que ela cicatrize de forma natural (técnica chamada cicatrização por 2ª intenção). Esta técnica tem baixa taxa de recorrência, mas necessita de muitos cuidados com o curativo da ferida para evitar infecções do local enquanto ela ainda não estiver totalmente cicatrizada.
Fonte: mdsaude.com

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